terça-feira, 7 de janeiro de 2014

NASA: fim do mundo poderia ser em 5 de fevereiro de 2040

NASA: fim do mundo poderia ser em 5 de fevereiro de 2040


Cientistas da NASA adiantaram que dentro de quase três décadas a Terra enfrentaria a ameaça de colisão com um asteróide 2011 AG5, cujo tamanho é da ordem de 150 metros.

O desastre iria acontecer em 5 de fevereiro de 2040. A probabilidade da catástrofe é bastante alta: 1 a 625. Dados mais precisos sobre a trajetória do movimento do 2011 AG5 e a probabilidade de sua colisão com a Terra serão obtidos pelos pesquisadores ao longo dos próximos anos, quando o corpo celeste ficar a uma distância conveniente para ser observado a partir da Terra.


Uma colisão do asteróide 2011 AG5 com a Terra levaria à morte de milhões de pessoas, mas a humanidade não se extinguiria por completo, segundo consolam os cientistas.

10 comentários:

  1. tudo bobeira só deus que sabe

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  2. Feriado pagão ser transformado em “cristão”?
    O PERÍODO de Natal de 2004 na Itália foi marcado por um acalorado debate. Alguns educadores e professores apoiavam a idéia de reduzir ao mínimo, ou até mesmo eliminar por completo, qualquer referência às tradições religiosas natalinas. Eles defendiam isso em consideração ao crescente número de alunos que não são católicos nem protestantes. No entanto, outros nos círculos educacionais e em diversos setores exigiam que as tradições fossem respeitadas e plenamente mantidas.
    À parte dessa polêmica, porém, exatamente quais são as origens de muitas das tradições natalinas? Quando o debate chegava a um clímax, o jornal do Vaticano L’Osservatore Romano fez algumas observações interessantes.
    A respeito da data em que se comemora o Natal, esse jornal católico disse: “A verdadeira data do nascimento de Jesus, do ponto de vista histórico, está encoberta sob um manto de incerteza no que diz respeito à história romana, ao censo imperial daquele tempo e às pesquisas realizadas nos séculos posteriores. . . . A data de 25 de dezembro, como bem se sabe, foi escolhida pela Igreja de Roma no quarto século. Na Roma pagã, essa data era dedicada ao deus-sol . . . Embora o cristianismo já tivesse sido reconhecido em Roma por meio de um Decreto de Constantino, o mito do . . . deus-sol ainda era bem difundido, em especial entre os soldados. As já mencionadas festividades, centralizadas em 25 de dezembro, estavam profundamente arraigadas na tradição popular. Isso deu à Igreja de Roma a idéia de conferir a esse dia um significado religioso cristão, substituindo o deus-sol pelo verdadeiro Sol da Justiça, Jesus Cristo. Essa data foi então escolhida para comemorar o seu nascimento.”
    Que dizer da árvore de Natal, que hoje faz parte da tradição católica?
    O artigo no jornal católico destacou que, nos tempos antigos, muitas sempre-verdes, tais como “azevinho, gilbarbeira, loureiro e ramos de pinheiro ou abeto, eram consideradas possuidoras de poderes mágicos ou medicinais que afastavam doenças”. O artigo prosseguiu: “Na véspera do Natal, 24 de dezembro, Adão e Eva eram relembrados com a bem popular história da Árvore do Paraíso terrestre . . . A árvore devia ser uma macieira, mas visto que uma macieira não seria apropriada no inverno, entrou em cena um pinheiro. Nos seus galhos eram colocadas algumas maçãs, ou, para simbolizar a futura vinda da Redenção, eram colocadas hóstias feitas de biscoitos amassados, em formatos especiais, que simbolizavam a presença eucarística de Jesus. Também se colocavam doces e presentes para crianças.” E depois desses tempos?
    Mencionando que a tradição de usar árvores de Natal começou na Alemanha no século 16, L’Osservatore Romano comentou: “A Itália foi um dos últimos países a aceitar a árvore de Natal, em parte por causa de um rumor generalizado de que o uso de árvores de Natal era um costume protestante e, por isso, devia ser substituído pelo presépio [a cena da Natividade].” O Papa Paulo VI “começou a tradição de colocar [na Praça de São Pedro, Roma] uma grande árvore de Natal” próximo à cena da Natividade.
    Você acha aceitável que um líder religioso dê um significado aparentemente cristão a eventos e símbolos que têm raízes no antigo paganismo? Quanto ao proceder correto, as Escrituras admoestam os cristãos verdadeiros: “Que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão?” — 2 Coríntios 6:14-17.
    FONTE DA MATÉRIA...WATCH TOWER NY ...USA

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  3. Todo-Poderoso
    A palavra “Todo-poderoso”, é traduzida da palavra hebraica Shad•daí e da palavra grega Pan•to•krá•tor. Ambas as palavras transmitem, evidentemente, a idéia de força ou poder.
    O Termo Hebraico. No texto hebraico, Shad•daí é empregado sete vezes junto com ʼEl (Deus), formando o título “Deus Todo-poderoso”.
    GÊNESIS 17: 1 17 Quando Abrão atingiu a idade de noventa e nove anos, então apareceu Jeová a Abrão e lhe disse: “Eu sou o Deus Todo-poderoso. Anda diante de mim e mostra-te sem defeito. 2 E vou fazer o meu pacto entre mim e ti, para multiplicar-te muitíssimo.” “Eu sou o Alfa e o Ômega, . . . Aquele que é, e que era, e que vem, o Todo-poderoso.” (Apocalipse1:8) Nenhuma dessas expressões é jamais aplicada, quer ao Filho, quer ao espírito santo. Apocalipse 19: 6 E ouvi o que era como a voz duma grande multidão, e como o som de muitas águas, e como o som de fortes trovões. Disseram: “Louvai a Jah, porque Jeová, nosso Deus, o Todo-poderoso, tem começado a reinar.
    NOTA: Santa Maria mãe de Deus como alguns dizem; Invalidam as Expressões “TODO PODEROSO” Deveria ser Toda Poderosa. E se ela como mãe de Jesus é ao mesmo tempo mãe de Deus, quem falou desde o céu no dia do Batismo; Este é o meu filho amado. Mateus 3: 16 Jesus, depois de ter sido batizado, saiu imediatamente da água; e eis que os céus se abriram e ele viu o espírito de Deus descendo sobre ele como pomba. 17 Eis que também houve uma voz dos céus, que disse: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.

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  4. O que é Babilônia, a Grande?
    A resposta da Bíblia
    Babilônia, a Grande, descrita no livro de Apocalipse, é o conjunto inteiro de religiões falsas no mundo. Essas religiões não têm a aprovação de Deus. *(Apocalipse 14:8; 17:5; 18:21) Apesar de serem diferentes umas das outras em muitos aspectos, todas elas afastam as pessoas da adoração do Deus verdadeiro, Jeová. — Deuteronômio 4:35.
    Como identificar Babilônia, a Grande
    1. Babilônia, a Grande é um símbolo livro de Apocalipse é apresentado “em sinais”. Assim, podemos concluir que Babilônia, a Grande, é um símbolo, não uma mulher literal. (Apocalipse 1:1) Além disso, ela “está sentada sobre muitas águas”, que representam “povos, multidões, nações e línguas”. (Apocalipse 17:1, 15) Seria impossível uma mulher literal fazer isso.
    2. Babilônia, a Grande representa uma organização internacional. Ela é chamada de “a grande cidade que tem um reino sobre os reis da terra”. (Apocalipse 17:18) Assim, ela é uma organização internacional com influência no mundo inteiro.
    3. Babilônia, a Grande, é uma organização religiosa, não uma organização política ou comercial. A Babilônia antiga era uma cidade extremamente religiosa, conhecida pelo uso de “encantamentos” e “feitiçarias”. (Isaías 47:1,12, 13; Jeremias 50:1, 2, 38) Nessa cidade, as pessoas praticavam adoração falsa em oposição ao Deus verdadeiro, Jeová. (Gênesis 10:8, 9; 11:2-4, 8) Os governantes de Babilônia eram arrogantes e se colocavam acima de Jeová e da adoração verdadeira. (Isaías 14:4,13, 14; Daniel 5:2-4, 23) Da mesma maneira, Babilônia, a Grande, é conhecida por suas “práticas de ocultismo”. Isso mostra que ela é uma organização religiosa. — Apocalipse 18:23.
    Babilônia, a Grande, não pode ser uma organização política porque “os reis da terra” lamentam a destruição dela. (Apocalipse 17:1, 2; 18:9) Ela também não é uma potência comercial, já que a Bíblia a diferencia dos “comerciantes da terra”. — Apocalipse 18:11,15.
    4.
    Placa de pedra do rei Nabonido, de Babilônia, com símbolos da tríade de deuses Sin, Istar e Xamaxe
    Babilônia, a Grande, corresponde à religião falsa. Em vez de ensinar às pessoas como ter amizade com o Deus verdadeiro, Jeová, a religião falsa na verdade faz com que elas adorem outros deuses. A Bíblia chama isso de “prostituição espiritual”. (Levítico 20:6; Êxodo 34:15, 16) Crenças e práticas que existiam na Babilônia antiga ainda são comuns nas religiões falsas, como a Trindade, a imortalidade da alma e o uso de imagens. Em sua adoração, essas religiões também demonstram amor ao mundo. A Bíblia descreve isso como adultério espiritual. — Tiago 4:4.
    A riqueza e a ostentação das religiões falsas combinam com a descrição que a Bíblia faz de Babilônia, a Grande, que está “vestida de púrpura e escarlate” e “adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas”. (Apocalipse 17:4) Babilônia, a Grande, é a fonte “das coisas repugnantes da terra”, ou seja, dos ensinos e práticas que desonram a Deus. (Apocalipse 17:5) Os membros das religiões falsas são os “povos, multidões, nações e línguas” que apóiam Babilônia, a Grande. — Apocalipse 17:15.
    Babilônia, a Grande, é responsável pelas mortes “de todos os que foram mortos na terra”. (Apocalipse 18:24) No decorrer da história, a religião falsa promoveu guerras e instigou atos de terrorismo. Além disso, fracassou em ensinar às pessoas a verdade sobre Jeová, o Deus de amor. (1 João 4:8) Isso contribuiu para muito derramamento de sangue. Por isso, os que querem agradar a Deus devem ‘sair dela’, ou seja, devem se separar das religiões falsas. — Apocalipse 18:4; 2 Coríntios 6:14-17. Visite marve.juca@bol.com.br

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  5. correção...desculpe.... marvel.juca@bol.com.br

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