terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O PLANETA DESTRUIDOR E O FIM DO MUNDO

O PLANETA DESTRUIDOR E O FIM DO MUNDO


A Gnose nos ensina que não devemos ficar na ignorância, pois esta é o pior inimigo do ser humano, como nos ensina o Buda Sidarta Gautama. Passamos a seguir informações que chegavam dos mais diversos ramos científicos, místicos, espirituais, ou canais de informação, como a internet, cruzamos dados interessantes a respeito de um planeta que se aproxima da Terra, e cuja gravidade foi a responsável pelo desvio do eixo da Terra. Tempos atrás, graças a escritos sumérios sobre a existência de um planeta cuja órbita se estendia por outros sistemas solares. Agora pode-se ter uma descrição melhor, coletada a partir de diversas fontes:

Sobre o tal planeta, batizado pelos esoteristas de diversas linhas com o nome de Hercólobus (ou Hercólubus), há inúmeras informações, de diversas fontes, que afirmam enfaticamente sobre sua existência e influência sobre nosso sistema solar, especialmente sobre a Terra.
Há uma presença constante em muitas lendas e escritos antigos falando de um certo planeta ou astro que visitaria a Terra periodicamente. Os espíritas o chamam de Planeta Chupão ou Planeta X; o Apocalipse biblico, Absinto; os babilônios, de Nibiru; os gnósticos, de Hercólobus. E também de Marduk, que é como os sumérios o conheciam. O aparecimento cíclico desse corpo celeste está milenarmente ligado a catástrofes e fins de civilizações, tais como os lemurianos, os atlantes…

As informações que temos é de que o tal planeta é muito grande, maior que Netuno, Saturno e Júpiter juntos, e tem uma órbita extremamente elíptica, com um perigeu (distância máxima do Sol) de 400 a 500 unidades astronômicas (1 ua = distância da Terra ao Sol), e um perigeu de umas 4 ou 5 ua (entre o Cinturão de Asteroides e Júpiter). Ou seja, a maior parte do tempo ele fica longe demais do Sol (daí a dificuldade de sua detecção).

Parece que ele é dotado de uma espécie de camada tênue sobre a atmosfera, para conservar o calor, a qual está em infravermelho, fora do espectro visível, daí muitos videntes dizerem que este é um planeta de cor tipicamente avermelhada. Lembramos que apenas em 1997 é que foi encontrado o chamado décimo planeta, a uma distância de cerca de 120 ua! (Plutão dista do Sol quase 40 ua). Imagine 500 ua, coisa ainda difícil de ser pesquisada!

A aproximação desse gigante dos céus poderá causar seriíssimas perturbações na Terra e em outros planetas, especialmente em Marte e Urano, segundo constam afirmações gnósticas. Daí a correlação toda com várias profecias, e isto deverá ser nas próximas décadas. É claro que ele já foi detectado por diversos cientistas, e podemos ter certeza de que a preocupação nos meios da Inteligência norte-americanos é enorme.

Marduk, Planeta X, Hercólobus… Seja qual for o nome, todos referem-se ao mesmo planeta. Seria o mesmo “abominável da desolação” de Jesus, a “abominação desoladora” do profeta Daniel, a “grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto” do Apocalipse de João, a “grande estrela”, “o grande rei do terror”, “o monstro” ou “o novo corpo celeste” de Nostradamus, o “astro intruso” ou “planeta higienizador” da entidade espiritual chamada Ramatis (que foi o primeiro a utilizar o nome “Hercólobus” na atualidade), o “Planeta Chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos…

O que os diversos profetas falam

Há uma certa semelhança entre o que fala o Velho Testamento e Nostradamus. Tais profecias são corroboradas pelo que se pode ler nos livros espiritualistas.

“E a um eclipse do Sol sucederá o mais escuro e o mais tenebroso verão que jamais existiu desde a Criação até a paixão e morte de Jesus Cristo, e de lá até esse dia, e isto será no mês de outubro, quando uma grande translação se produzirá, de tal modo que julgarão a Terra fora da órbita e abismada em trevas eternas.” (Nostradamus, Carta a Henrique II )

“O Sol converter-se-á em trevas, e a Lua em sangue, ao se aproximar o grandioso e temível Dia do Senhor.” (Livro de Joel)

“Quando o sol ficar completamente eclipsado;
O monstro será visto em pleno dia;
mas o interpretarão de outra forma.
Não serão tomados cuidados: ninguém irá prevê-lo.” (Nostradamus, cent. III, quadra 34 )

Por passar em uma órbita perpendicular à da Terra, Marduk ainda não foi captado. E quando o for, os cientistas calcularão que ele passará distante. Será uma mera atração astronômica, como o cometa Halley. Mas subitamente o planeta desviará sua trajetória (na verdade o erro será de cálculo da órbita) e passará astronomicamente “perto” da Terra, ou seja, o suficiente para as alterações às quais alude Nostradamus e a Isaías, na Bíblia. Os espiritualistas avisam que a população não será alertada, até ser tarde demais. Nosso planeta sacudirá por 3 dias e 3 noites.

“A Terra está de todo quebrantada, ela se move totalmente com violência. A Terra cambaleia como um bêbado e balanceia como rede de dormir.” (Isaías, 24:19-21)

“E logo depois da tribulação daqueles dias, escurecer-se-á o Sol, e a Lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potestades do céu serão abaladas. E então aparecerá o sinal do Filho do Homem no céu, como o relâmpago que sai do Oriente e se mostra até o Ocidente.” (Mateus, 24:27)


“Estrelas cairão do céu.” Isso se deve à nossa perspectiva: quando a terra tremer (e bota tremer nisso), teremos as constelações “se movendo” rapidamente. O “sinal”, visto de todo o planeta, muito provavelmente é o cometa de que fala Nostradamus, que pode ser Marduk. Outra hipótese é ainda mais espantosa, talvez com os extraterrestres finalmente descendo em todas as capitais da Terra em grandes naves (como é prometido nas Profecias de Samael). Outra, defendida pelos gnósticos, é que quando a Terra for deslocada abruptamente de seu eixo natural (23º em relação ao Sol), será como se as estrelas do céu tivessem se movido, ou seja, caído, mas na realidade é a alteração do eixo terrestre, causando o “desabamento” de continentes inteiros, o afundamento de vastas glebas de terras por todo o mundo, e o surgimento de outras…
“Aparecerá no céu, no norte, um grande cometa.” ( Nostradamus, Cent. II, 43)
“A Lua, devido ao novo corpo celeste, aproximar-se-á da Terra e seu disco aparecerá 11 vezes maior que o Sol, o que provocará maiores marés e inundações.” (Nostradamus, cent. IV, 30 )
A Terra, que atualmente tem o seu eixo levemente inclinado (cerca de 23º), recuperará sua posição vertical. O mar invadirá continentes adentro e novas terras aparecerão do oceano. Deve-se, então, procurar os lugares mais altos? Isso será suficiente para a salvação da população terrestre? Ou nossa única saída é a “morte”?
O Cristo Jesus disse: “Quando virdes o Abominável Devastador, que foi predita pelo profeta Daniel, posta no lugar santo (firmamento?) – o que lê, entenda –, então os que se acham na Judeia fujam para os montes. (Mateus 24: 15-16)
As fontes de estudo são unânimes em afirmar que dois terços da população da Terra morrerão: “Em toda a terra, diz o Senhor, dois terços dela serão eliminados, e perecerão, mas a terceira parte restará nela.” (Zacarias, 13:8)
“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro…” (Zacarias, 13:9)
Claro que tudo isso pode ser evitado, como o próprio Nostradamus diz. E ele continua: bilhões vão morrer, mas um terço da humanidade TALVEZ sobreviverá e repovoará o planeta, e a Terra viverá em paz pelos restos de seus dias, isso se os seres humanos seguirem os ditames da harmonia espiritual.
Espiritualidade e o Fim dos Tempos
Interpretando esse fenômeno na visão espírita e católica, essa será “a separação do Joio do Trigo”. Diz-se que os ciclos de reencarnação na Terra estão acabando, pois a Terra deixará de ser um planeta de expiações (pagamento de penas kármicas, devido à extinção de nosso Ego animal), e, quem não “tomar jeito” agora, não vai ter mais tempo de se redimir, indo para outras esferas (dimensionais) mais baixas (as dimensões inferiores, ou infernais).
Ou seja… o paraíso é aqui, em nosso próprio coração, em nossos Mundos Interiores… ou melhor, será aqui, algum dia. Marduk vibra numa faixa tão baixa, tão ruim, que os espíritos afinados com essa faixa vão ser sugados para lá ou irão para o Abismo, para a Segunda Morte, segundo o Apocalipse…
Detecção do Planeta Hercólobus
É verdade. Ele já foi detectado por cientistas, mas que não estão fazendo alarde. A massa (como os cientistas o chamam ainda) está chegando a Plutão. A órbita dele sai do nosso sistema solar e vai para outro. Não pode ser visto, pode somente ser detectado devido às influências que ele já está causando em nosso Sol e nos planetas mais distantes de nosso sistema. Os cientistas apenas sabem que ele existe devido às interferências que produz nos planetas Urano, Netuno e Plutão).
Outro fator é que a órbita dele é perpendicular à da Terra. Só se sabe da existência dele porque, quando ele passa próximo a alguma estrela, a gravidade dele causa uma curvatura na luz que chega aqui na Terra. É assim que se descobrem muitos planetas fora do nosso sistema solar. E assim foi descoberto que essa “massa” é dotada de grande poder gravitacional. (Em 1980 o jornal O Globo publicou que as sondas Pioneer 10 e 15 estavam à procura de um suposto planeta X, que, com sua força, alterou as órbitas de Netuno e Urano.)


Os cientistas têm 99% de certeza de que isso foi causado por um corpo com a massa muitas vezes maior que a Terra. Tudo isso cientificamente… um cientista chegou a cogitar a hipótese de esse planeta ser na verdade uma anã, ou um buraco negro. Os povos antigos sabiam, de alguma forma, da existência de um planeta “anômalo”, assim como os sumérios, que descreviam a órbita desse planeta, que leva 6.666 anos terrestres para percorrer uma órbita elíptica em torno de seu Sol.
Esse Sol é chamado esotericamente de Sol Tylar. Os sumérios o chamavam de Nibiru. Os babilônios o rebatizaram de Marduk, em homenagem ao seu deus nacional. Também conhecido como Hercólobus ou Hercólubus. Os sumérios dizem que o planeta era habitado pelos Anunnaki, também conhecidos como Nefilim, que utilizavam a órbita singular do planeta como um observatório em movimento.
Será Hercólobus o Anjo Executor do planeta Terra? Quem viver, verá. E quem “morrer”, se salvará!!!


Fonte: http://ufosonline.blogspot.com.br/

Antártica registra um recorde de -135,8

Antártica registra um recorde de -135,8


O tamanho da Antártica varia segundo a estação do ano. O
esquema mostra os limites da camada de gelo no verão (1)
e no inverno .
Sentindo frio? Aqui está o frio confortante. Você poderia estar na Antártica Oriental, que os novos dados dizem que estabelecem um recorde para um "-esmagamento da alma" no que se trata de frio.  Tente 135,8 graus centígrados abaixo de zero, que é 93,2 graus Celsius abaixo de zero, o que parece apenas ligeiramente toastier.Melhor ainda, não tente fazer isso. É assim que os cientistas no frio dizem, que dói até para respirar.
Um novo olhar sobre os dados de satélite da NASA revelam que a Terra estabelece um novo recorde para a temperatura mais baixa registrada. Foi o que aconteceu em agosto de 2010, quando atingiu -135,8 graus. Em seguida, no dia 31 de julho deste ano, ele chegou perto de novo: -135,3 graus.
O recorde anterior havia sido de -128,6 graus, que é -89,2 graus Celsius.
" Cientista Ted Scambos da Agência de Gelo e Neve Data Center disse que o novo parâmetro é "50 graus mais frio do que qualquer coisa que já foi visto no Alaska ou Sibéria ou certamente na Dakota do Norte."
"É mais como você veria em Marte em um dia de verão agradável nos pólos", disse Scambos, a partir da reunião científica da União Geofísica Americana em San Francisco na última segunda-feira, onde anunciou os dados. "Estou confiante de que esses locais são os lugares mais frios da Terra."
No entanto, não estará no Livro Guinness de Recordes Mundiais, porque estes eram medidos por satélite, e não por termômetros, disse Scambos.
"Graças a Deus, eu não sei exatamente como ele se sente", disse Scambos. Mas ele disse que os cientistas que fazem rotineiramente a medição in loco de 100 graus abaixo de zero no Pólo Sul, para que as pessoas possam sobreviver nu a esta temperatura durante cerca de três minutos.
Na maioria das vezes os pesquisadores precisam respirar através de um snorkel que traz o ar para dentro do casaco através de uma manga e aquecem-os "para que você não inale por acidente", o ar frio, disse Scambos.
Na segunda-feira, a temperatura mais baixa dos EUA foi um relativamente amenas 27 graus centígrados abaixo de zero em Yellowstone, Wyoming, disse Jeff Masters, diretor de meteorologia da empresa privada Weather Underground.
"Se você quer frio intenso mesmo, você realmente tem que ir para o exterior", disse Scambos em entrevista por telefone. "É apenas um todo outro nível de frio porque naquele planalto frio, as condições são perfeitas."
Scambos disse que o ar está seco, o chão gélido, o céu sem nuvens e ar frio desce rapidamente fora de uma cúpula e fica preso em um local frio inferior "abraçando a superfície e correndo ao redor."
Só porque um ponto na Terra estabeleceu recordes de frio que tem pouco a ver com o aquecimento global, porque é um local em um lugar, disse Waleed Abdalati, cientista do gelo da Universidade do Colorado e ex-cientista-chefe da NASA. Ambos Abdalati, que não era parte da equipe de medição, e Scambos disseram que esta é provavelmente uma leitura aleatória incomum em um lugar que não foi medido antes e muito mais poderia ter sido mais frio ou mais quente no passado e nós não saberíamos . "Ele fala para a gama de condições na Terra, alguns dos quais não temos sido capazes de observar", disse Abdalati. 


Fonte: http://translate.google.com/translate?depth=1&hl=en&rurl=translate.google.com&sl=auto&tl=pt-BR&u=http://fallmeeting.agu.org/2013/

Cientista adverte que a sociedade deve se preparar para Devastador Flare Solar

Cientista adverte que a sociedade deve se preparar para Devastador Flare Solar

A ejeção maciça de material a partir do sol , inicialmente, viajando a mais de 7 milhões de quilómetros por hora , que por pouco não atingiu a Terra no ano passado, é um evento  que cientistas solares esperam que venhama  abrir os olhos dos decisores políticos em relação aos impactos e mitigação do clima espacial grave, diz um Professor de Boulder da  ( CU )  Universidade do Colorado .
A ejeção de massa coronal, ou CME , o evento foi provavelmente mais poderoso do que a famosa tempestade Carrington de 1859, quando o sol explodiu na atmosfera da Terra com força suficiente duas vezes para iluminar o céu do Pólo Norte para a América Central e permitiu a  Nova Inglaterra para ler seus jornais à noite pela luz da aurora , disse o professor  Boulder Daniel Baker da CU . Se tivesse atingido a Terra , o evento  de julho 2012 provavelmente teria criado um desastre tecnológico por satélites entrano em curto-circuito, redes de energia , equipamentos de comunicação em terra, e até mesmo ameaçando a saúde de astronautas e tripulações de aeronaves , disse ele.
CMEs são parte de tempestades solares e pode enviar bilhões de toneladas de partículas solares na forma de bolhas de gás e campos magnéticos fora da superfície do sol e no espaço. Os eventos de tempestade essencialmente descascar campo magnético da Terra como uma cebola , permitindo que partículas de vento solar para transmitir as linhas de campo para bater a atmosfera ao longo dos pólos.
Felizmente , a explosão solar de 2012 ocorreu no lado mais distante do sol girando apenas uma semana depois que a área foi apontada em direção à Terra , disse Baker, um cientista solar e diretor do Laboratório da CU- Boulder para Física Atmosférica e Espacial . Mas da NASA STEREO- A, satélite que estava voando à frente da Terra como o planeta orbitava o Sol, capturou o evento, incluindo a intensidade do vento solar , o campo magnético interplanetário e uma chuva de partículas energéticas solares para o espaço.



Fonte: http://www.colorado.edu/news/releases/2013/12/09/cu-boulder-scientist-2012-solar-storm-points-need-society-prepare

No terceiro milênio muitas cidades não sobreviverão

No terceiro milênio muitas cidades não sobreviverão



A humanidade pode dizer adeus às Maldivas. Uma das consequências visíveis do aquecimento global será o aumento do nível dos oceanos. O relatório do WWF refere que já no fim do século XXI o nível das águas irá subir em média um metro. Muitos territórios ficarão debaixo de água. Se não forem tomadas medidas, o processo de subida do nível dos oceanos irá continuar e Hong Kong, Calcutá, Veneza e São Petersburgo deixarão de existir tal como as conhecemos.

No terceiro milênio, o nível dos oceanos pode subir 5, ou mesmo 10 metros, relativamente ao atual. Claro que a um prazo tão longo os números só podem ser aproximados. Já em relação ao curto prazo as previsões são muito mais rigorosas. No fim do século XXI o nível das águas subirá seguramente um metro. Em relação a isso já não há nada a fazer.

Mas se a tendência de aquecimento do clima não for travada, até finais do século XXII o aumento será já de três metros. Isso já será muito sério, mas depende inteiramente da atividade humana, sublinha o diretor do programa climático do WWF da Rússia Alexei Kokorin:

“Nem uma subida de 10 metros do nível dos oceanos irá ameaçar a humanidade em geral, mas na Terra existem locais, cidades, pequenas ilhas, atóis de corais, para os quais uma subida de um metro será fatal. As Ilhas Maldivas não irão sobreviver, infelizmente, por mais que façamos. A maioria das cidades localizadas a baixa altitude, sobretudo no Sudeste Asiático, como por exemplo Calcutá, Bangkok, Xangai e Hong Kong são sensíveis à subida das águas. Um metro já será mau para elas, mas três já serão uma inundação. Para a cidade russa de São Petersburgo o aumento do nível das águas em um metro não é perigoso, mas três metros já irão exigir grandes investimentos financeiros para a construção de proteções”.

O WWF considera que a maioria dos danos podem ser evitados se todo o mundo mudar já para as energias “verdes”, reduzir as emissões nocivas para a atmosfera e por outros meios travar o aquecimento global.

Contudo, nem todos os especialistas estão tão completamente convencidos que a origem do aquecimento climático a que assistimos na Terra é um resultado da atividade humana. A especialista principal do centro meteorológico Phobos Elena Volosiuk considera que não há dados suficientes para tirar essas conclusões:

“Não é totalmente correto construir argumentos acerca do aumento da temperatura planetária com base apenas nos dados dos últimos 50 anos. Isso, porque o ambiente térmico sofre permanentes oscilações em qualquer período temporal: seja ao longo do dia, no ciclo anual, etc. Se a tendência do aumento da temperatura observada nas últimas décadas continuar, isso irá resultar numa determinada deslocação das zonas climáticas e no aumento do nível dos oceanos. Mas nem tudo é tão linear. Um aumento da temperatura do ar pode ser acompanhado pela fusão dos glaciares. Isso, por seu turno, irá alterar a salinidade da água, ou seja, a temperatura de congelação do oceano também irá mudar. Mas isso também está associado à temperatura da superfície terrestre a nível planetário”.

Anteriormente o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon referiu, ao discursar em Varsóvia na conferência sobre Alterações Climáticas, que a atual geração está respirando ar com uma concentração recorde de dióxido de carbono na atmosfera e que hoje assistimos aos ritmos mais elevados de fusão dos glaciares.

Ele apelou aos países para que estes dediquem mais atenção ao ambiente e que não permitam um aumento da temperatura do ar em mais de dois graus Celsius relativamente ao nível correspondente ao período de desenvolvimento pré-industrial.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_12_13/Temos-de-decidir-hoje-as-cidades-que-v-o-ficar-para-o-terceiro-mil-nio-3937/

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Possível inversão dos campos magnéticos da Terra preocupa cientistas

Possível inversão dos campos magnéticos da Terra preocupa cientistas


Uma possível inversão dos campos magnéticos da Terra está deixado os pesquisadores em estado de alerta. Para investigar quais as probabilidade de ocorrência de fato deste fenômeno e suas consequências, os pesquisadores daAgência Espacial Europeia (ESA) lançaram a missão Swarm, formada por três satélites que irão monitorar durante quatro anos o campo magnético da Terra, desde o seu interior até as suas camadas superiores na atmosfera.

No vídeo divulgado sobre a missão, a ESA explica o problema: há várias décadas vem sendo observado um enfraquecimento do campo magnético da Terra, que tem como função desviar as partículas de radiação provenientes do Sol. Este tipo de comportamento poder ser uma indicação de que nosso planeta está começando o processo de inversão dos seus campos. Um fenômeno semelhante teria ocorrido há 780 mil anos. Para que esta inversão ocorra por completo são necessários milhares de anos.

Se uma suposta nova inversão dos campos magnéticos estiver mesmo começando isso poderá representar um caos para o nosso tipo de sociedade, já que haveria o risco de alterações no funcionamento dos satélites de comunicação e no fornecimento de energia elétrica. De acordo com o vídeo da ESA, o fenômeno é possível e levaria o mundo atual de volta à "idade da pedra". Por isso, uma análise da situação pela missão Swarm é extremamente importante para que possamos prever e lidar com esta condição. Os satélites deverão ser lançados em meados do ano que vem.


Fonte: http://noticias.seuhistory.com/possivel-inversao-dos-campos-magneticos-da-terra-preocupa-cientistas-video

Descoberto efeito de estufa num gás que é 7100 vezes mais potente do que dióxido de carbono

Descoberto efeito de estufa num gás que é 7100 vezes mais potente do que dióxido de carbono


A lista dos gases com efeito de estufa continua a aumentar, a mais nova substância é a perfluorotributilamina (PFTBA) que tem um potencial para o aquecimento global 7100 vezes maior do que o dióxido de carbono, o principal gás lançado pelas actividades humanas responsável pelas alterações climáticas. O novo estudo foi publicado na revista Geophysical Research Letters.
O clima ameno da Terra deve-se, em parte, aos gases com efeito de estufa que retêm o calor vindo do Sol e que é reflectido na superfície do solo. Mas este calor retido depende da quantidade e do tipo de gases que existem na atmosfera.

O vapor de água é o gás mais importante para este efeito de estufa, mas o seu balanço não é directamente afectado pela acção humana. Com a revolução industrial, o homem passou a lançar para a atmosfera quantidades enormes de dióxido de carbono, que está na segunda posição na lista de gases com maior efeito de estufa e cuja concentração aumenta anualmente.
Há muitos mais gases que o homem tem lançado para atmosfera que também entram nesta equação. O metano é um deles, vindo em terceiro lugar na lista de gases responsáveis pelo efeito de estufa. O potencial de aquecimento global em 100 anos do metano é 34: este valor tem como referência o dióxido de carbono – que é 1 – e significa que, ao fim de um século, uma molécula de metano tem um potencial de aquecimento global 34 vezes maior do que uma molécula de CO2.
Este valor de 34 obtém-se com um balanço entre a capacidade de uma molécula de metano reter energia e o seu tempo médio de vida na atmosfera, e compara-se depois com uma molécula de dióxido de carbono. O metano retém muito mais energia do que o dióxido de carbono, mas “vive” menos tempo no ar.
Só que o impacto de cada gás no efeito de estufa total acaba por depender da sua concentração na atmosfera. É por isso que o dióxido de carbono é o gás emitido pelo homem com maior efeito de estufa. A concentração de CO2 na atmosfera é cerca de 190 vezes maior do que a do metano, e entre 1998 e 2005 injectou-se na atmosfera mais 1190 vezes CO2 do que metano.
Há outros gases com efeito de estufa como o ozono, o óxido nitroso, os clorofluorocarbonetos ou os perfluorcarbonetos, que têm potenciais de aquecimento global muito diferentes. Alguns perfluorcarbonetos, que são usados como solventes, têm potenciais de aquecimento globais superiores a 10.000. Mas existem em concentrações muito baixas.
O impacto do PFTBA no efeito de estufa ainda não tinha sido avaliado. Este composto é utilizado desde meados do século XX na indústria eléctrica e tem vindo a acumular-se na atmosfera em quantidades mínimas: por cada molécula de PFTBA existem 2200 milhões de moléculas de CO2. No entanto, a equipa de Angela Hong, da Universidade de Toronto, no Canadá, foi medir a concentração de PFTBA em Toronto e concluiu que o seu potencial de aquecimento global em 100 anos é de 7100.
“De um ponto de vista climático, individualmente, a concentração atmosférica do PFTBA não é um alerta significativo para o fenómeno das alterações climáticas”, diz Angela Hong, citada pelo jornal britânico “The Guardian”. “O maior culpado continua a ser o dióxido de carbono vindo das emissões dos combustíveis fósseis.”
Mas os cientistas calcularam que este composto sobrevive na atmosfera durante 500 anos. Além disso, a capacidade da PFTBA de reter energia solar é a maior até agora encontrada numa molécula. “Cada molécula é muito eficiente em interagir com o calor da Terra. (…) E porque o seu tempo de vida é tão longo, tem um efeito duradouro”, diz a cientista. Os autores defendem no resumo do artigo que estas moléculas“são merecedoras de estudos futuros”.

Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/descoberto-efeito-de-estufa-num-gas-que-e-7100-vezes-mais-potente-do-que-dioxido-de-carbono-1615961

Estudo sugere que no futuro a água desaparecerá da Terra

Estudo sugere que no futuro a água desaparecerá da Terra

Um fenômeno muito lento, o aumento da luminosidade do Sol, provocará a evaporação dos oceanos e o desaparecimento da água na Terra dentro de um bilhão de anos, aproximadamente, prevê um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica Nature.


http://mundoms.blogspot.com.br/2013/07/o-vilarejo-no-alasca-que-desaparecera.html
Este modelo, concebido por uma equipe francesa do Laboratório de Meteorologia Dinâmica, reavalia estimativas anteriores que situavam esta transformação na escala "de centenas de milhões de anos", destacou o Centro Nacional de Pesquisa Científica francês (CNRS) em um comunicado.

Esta evolução prevista do clima terrestre na escala de tempo geológica (da ordem de uma centena de milhões de anos) não tem vínculos com o aquecimento global provocado pelo homem.

Neste caso, o responsável é o aumento da radiação solar. As temperaturas terrestres também deverão aumentar nas próximas centenas de milhões de anos, provocando uma intensificação do aquecimento global. Os oceanos começariam a ferver e o efeito estufa seria agravado.

Segundo estimativas dos cientistas, a oscilação deve ocorrer logo que o fluxo solar médio alcançar, em média, 375W/m2 contra os 341 W/m2 atuais, dentro de um bilhão de anos, aproximadamente.

Alguns modelos anteriores tinham previsto que a Terra se tornaria um novo Vênus daqui a apenas 150 milhões de anos.

Estes novos resultados permitem, além disso, indicar o valor da zona "habitável" em torno do Sol, segundo o CNRS. Eles indicam que um planeta pode se aproximar a menos de 0,95 unidade astronômica de uma estrela equivalente ao Sol atualmente antes de perder toda a sua água, sendo uma unidade astronômica a distância média entre a Terra e o Sol.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/afp/2013/12/11/estudo-sugere-que-no-futuro-a-agua-desaparecera-da-terra.htm

Guerra nuclear pode acabar com civilização por fome, diz estudo

Guerra nuclear pode acabar com civilização por fome, diz estudo

Estudo aponta que efeitos das armas nucleares afetariam a produção de alimentos ao redor do mundo e elevariam a insegurança alimentar

Richard Lee/http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/guerra_nuclear_local_catastrofe_global_imprimir.html
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Uma guerra nuclear entre Índia e Paquistão desencadearia uma fome mundial que poderia matar 2 bilhões de pessoas e acabar com a civilização humana, afirma um estudo publicado nesta terça-feira.

Mesmo se esse alcance for limitado, um conflito com armas nucleares pode causar estragos na atmosfera e devastar as colheitas, com os consequentes efeitos de que os mercados alimentares entrem no caos, sustentou o relatório.

Os vencedores do Prêmio Nobel da Paz Associação Internacional de Médicos para a Prevenção da Guerra Nuclear (IPPNW, em inglês) e Médicos pela Responsabilidade Social (PSR) publicaram um estudo inicial em abril de 2012 que dizia que uma fome causada por uma guerra nuclear poderia matar mais de um bilhão de pessoas.
Em uma segunda versão, as organizações declararam que haviam subestimado amplamente o impacto na China e calcularam que o país mais populoso do mundo enfrentaria uma grave insegurança alimentar.

"A morte de um bilhão de pessoas no mundo desenvolvido é obviamente uma catástrofe sem comparação na história humana. Mas se você somar a isso à possibilidade de outro 1,3 bilhão de pessoas em risco na China, estamos falando de algo que é claramente o fim da civilização", declarou Ira Helfand, autor do estudo.

Helfand afirmou que o estudo se concentrou na Índia e no Paquistão devido às já antigas tensões entre estes dois Estados com armamento nuclear. Mas Helfand considerou que o planeta pode esperar o mesmo impacto apocalíptico de qualquer guerra nuclear limitada. As armas nucleares modernas são muito mais poderosas que as bombas americanas que mataram mais de 200 mil pessoas em Hiroshima e Nagasaki em 1945. "Com uma grande guerra entre Estados Unidos e Rússia, estamos falando da possível - não certa, mas possível - extinção da raça humana", acrescentou.

O estudo afirma que as partículas de carbono negro que atingiriam a atmosfera em uma guerra nuclear no sul da Ásia reduziriam a produção de milho e soja nos Estados Unidos em 10% em uma década. Também reduziriam a produção de arroz da China em 21% em quatro anos, e em outros 10% nos seis anos seguintes. O estudo atualizado também descobriu efeitos severos sobre o trigo da China, que é vital para o país, apesar de sua associação com o arroz.

E embora o relatório esclareça que é impossível estimar com exatidão o impacto de uma guerra nuclear, adverte que, em última instância, a única resposta é a abolição das armas nucleares. "Isto é um desastre de uma magnitude tão grande que realmente não há preparação possível. Devemos evitá-lo", concluiu.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/guerra-nuclear-pode-acabar-com-civilizacao-por-fome-diz-estudo,5fc673c590ac2410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

-93°C: Cientistas registram frio recorde na Antártida

-93°C: Cientistas registram frio recorde na Antártida

Temperaturas são cerca de 50°C mais frias do que qualquer registro no Alasca ou na Sibéria
Nasa registra a menor temperatura de todos os tempos em região da Antártida: -93°C  


Foto: Nasa / Divulgação
O ar ártico que levou temperaturas congelantes ao leste dos Estados Unidos este mês é relativamente ameno em comparação com o recorde de -93°C medido na Antártida em agosto de 2010, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira.

Os cientistas fizeram a descoberta ao analisar 32 anos de temperaturas da superfície global registradas por satélites. Eles descobriram que um cume no leste da Antártida contém bolsões de ar aprisionado que chegaram a -93°C em 10 de agosto de 2010, disseram pesquisadores em encontro da União Geofísica Americana, em San Francisco.
O recorde de baixa anterior era de -89,2°C, registrado em 1983 na estação de pesquisa russa de Vostok, na Antártida Oriental, disse Ted Scambos, cientista chefe do Banco de Dados Nacional de Gelo e Neve dos EUA, no Colorado.

"Nós tínhamos a suspeita de que este cume da Antártida era suscetível a ser extremamente frio, e mais frio do que Vostok, porque é mais alto", disse Scambos em comunicado.

As temperaturas são cerca de 50°C mais frias do que qualquer registro no Alasca ou na Sibéria.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/93c-cientistas-registram-frio-recorde-na-antartida,7528451db0cd2410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
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