quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

FOTOGRAFADA "CRIATURA MISTERIOSA"


FOTOGRAFADA "CRIATURA MISTERIOSA"

Uma figura misteriosa, parecida com o cruzamento de um aye-aye com o chupa-cabras, foi vista em um estacionamento de Doha, capital do Qatar, de acordo com uma noticia publicada em um jornal árabe local.

A noticia se baseia na declaração de uma senhora árabe que disse ter visto a figura estranha perto da estátua de um Oryx ao entrar na área de um estacionamento. A mulher afirma que tirou uma fotografia dele, apesar de terrivelmente assustada.

"Ela logo foi cercada por um grande número de pessoas que também viram a criatura, que repentinamente desapareceu da visão quando tentaram se aproximar", diz a nota.


O caso lembra o do boneco de um duende de um parque temático nas cavernas Cheddar, em Somerset, Reino Unido, que circulou na internet como prova da existência do chupa-cabras e dos gênios árabes.



Fonte: 

'Bolha espacial' no Universo antigo intriga astrônomos


'Bolha espacial' no Universo antigo intriga astrônomos


Divulgação
Ilustração da 'bolha'. A imagem corresponde a um diâmetro de dezenas de milhares de anos-luz
WASHINGTON - Uma estranha e gigantesca "bolha", avistada numa época em que o Universo era relativamente jovem, está intrigando os astrônomos.
Usando telescópios baseados no solo e no espaço, cientistas olharam para quando o Universo tinha apenas 800 milhões de anos, e descobriram algo desproporcional e anacrônico. era gasoso, enorme e emitia um tipo de radiação, explica o principal autor do estudo, Masami Ouchi, dos Observatórios Carnegie (EUA).
Os cientistas não sabem exatamente como se referir ao objeto, então o estão chamando de "bolha" que emite radiação. Eles usam a palavra - em inglês, "blob", uma forma consagrada em filmes de terror como A Bolha Assassina - 34 vezes no artigo científico que descreve a descoberta, e que será publicado no Astrophysical Journal. Formalmente, o nome dado é Himiko, uma rainha mitológica do Japão.
"A questão é: o que é?", diz Richard Ellis, do Instituto de Astronomia da Califórnia, que não tomou parte na descoberta. "Frequentemente, um enigma leva a um grande avanço. Meu instinto me diz que esse objeto é muito especial".
Ouchi e Ellis dizem que uma possibilidade é de que, por pura sorte, os astrônomos tenham captado o momento exato da formação de uma galáxia no Universo primitivo, algo que jamais tinha sido visto antes.
À medida que olham para mais longe no espaço, cientistas também estão olhando cada vez mais para o passado. O que Ouchi descobriu aconteceu há 12,9 bilhões de anos. Apenas três outros objetos mais antigos já foram avistados.
O mais impressionante na "bolha" é seu tamanho, quase tão grande quanto a Via-Láctea. De acordo com muitas teorias sobre a história do Universo, nada tão grande deveria existir num tempo tão remoto. Outras explicações possíveis para a natureza de Himiko seriam uma colisão entre galáxias ou um fenômeno provocado por um buraco negro.

Fonte: Estadão

Cientistas observam como buraco negro devora matéria

Cientistas observam como buraco negro devora matéria


Uma equipe internacional de cientistas observou como o buraco negro supermassivo da Via Láctea, com uma massa 4 milhões de vezes maior que a do Sol, segue devorando matéria no centro da galáxia, informou nesta terça-feira, 18, o Centro Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (Csic).
Os pesquisadores, alguns do Csic detectaram intensos brilhos de Sagittarius A (SgrA), o buraco negro supermassivo, situado no centro da galáxia, a 26 mil anos-luz da Terra, que revelariam a existência de nuvens de gás desgarradas ao girar em grande velocidade ao seu redor, tal como comprovado pelos telescópios VLT e Apex.
Os buracos negros são difíceis de observar e este constitui um objetivo especialmente complicado, já que no centro da Via Láctea há enormes quantidades de gás e pó que fazem a radiação que emitem os objetos na longitude de onda visível (o tipo de luz que vêem nossos olhos) se extinguir pelo caminho.
Os telescópios VLT e Apex, situados no Chile, captam ondas infravermelhas e submilimétricas, respectivamente, e trata-se da primeira vez que se obtêm medidas simultâneas de uma fulguração com estes instrumentos.
"O SgrA é visível na luz infravermelha durante curtos períodos de tempo, quando exibe fortes brilhos. Como não se pode prever quando ocorrerão estas fulgurações, não é fácil observá-las com dois telescópios que não estejam no mesmo lugar, porque uma simples nuvem poderia tapar a região do céu que interessa", explica Rainer Schödel, do Instituto de Astrofísica da Andaluzia, no sul da Espanha.
Após várias noites de espera, os astrônomos encarregados do VLT descobriram que o SgrA se ativava e que seu brilho aumentava cada minuto.
Eles alertaram seus colegas do Apex e, durante as seis horas seguintes, todos observaram violentas variações no brilho de SgrA, além de quatro fulgurações maiores.
Como previam os astrônomos, as fulgurações se registraram primeiro por ondas infravermelhas e, uma hora e meia depois, em ondas submilimétricas.
Isto se deve à expansão das nuvens de gás que finalmente caem ao buraco: a velocidade com a qual giram nas últimas órbitas em torno do SgrA faz com que se estirem, aumentando seu tamanho e voltando mais transparentes; é quando então a radiação pode viajar através delas e chegar até a Terra, por fases.
Por enquanto, segundo o analista, só se pode perceber "a emissão do SgrA como um ponto de luz".
No entanto, "como em termos astronômicos se encontra próximo à Terra e é relativamente grande, em cinco ou dez anos esperamos ser capazes de observar diretamente o gás que circula ao seu ao redor", acrescentou.

Fonte: Estadão

image;www.materiaincognita.com.br

Ex-astronauta afirma que extraterrestres existem


Ex-astronauta americano afirma que extraterrestres existem


Pelo menos na ficção, discos voadores já visitaram a Terra
Getty Images

O astronauta aposentado Edgar Mitchell - que fez parte da missão com destino à Lua Apollo 14, em 1971 - afirmou que existe vida extraterrestre e que o governo americano esconde informações sobre o assunto. Segundo o site do jornal britânico Telegraph, as afirmações foram feitas durante a quinta X-Conference - um encontro anual que reúne ufólogos e outras pessoas que acreditam na existência de discos voadores e formas de vida alienígena - que aconteceu do dia 17 ao dia 19 de Abril.
De acordo com o jornal, o ex-astronauta, hoje com 78 anos, disse: "não estamos sozinhos. Nosso destino é tornar-nos parte de uma comunidade planetária. Nós devemos estar prontos para ir além do nosso planeta e além do nosso sistema solar para descobrir o que está realmente acontecendo lá fora."
Mitchell, que foi piloto do módulo lunar na Apollo 14, também disse que em 1947 tentou investigar o chamado "Incidente Roswell" - um suposto disco voador que teria caído na localidade de Roswell, no Novo México - , mas que foi dissuadido por autoridades militares. O astronauta, que cresceu na cidade de Roswell, afirmou que na época os moradores "foram silenciados pelas autoridades militares que ordenaram que não se falasse sobre essa experiência."
Ele alegou que tentou buscar as provas que foram colhidas com moradores locais pelo Pentágono. Segundo ele, um oficial do governo - cujo nome não foi citado - havia prometido que descobriria mais informações, mas seu acesso foi negado quando ele "tentou entrar no trabalho interno desse processo". Michell afirma que o oficial nega a história.
"Convido a todos aqueles que duvidam: leiam os livros, comecem a compreender o que realmente aconteceu. Porque realmente não há nenhuma dúvida de que estamos sendo visitados", disse Mitchell. "O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante, complexo e abrangente do que jamais fomos capazes de entender."
Em resposta às afirmações de Michell, pela rede americana CNN, um porta-voz da Nasa afirmou que "a Nasa não acompanha discos voadores e não está envolvida em qualquer tipo de encobrimento sobre vida extraterrestre neste planeta ou em qualquer outro lugar."
Stephen Bassett, chefe da Paradigm Research Group (PRG), que sediou a X-Conference este ano, disse à CNN que "há um terceiro trilho (na política americana), que é a questão dos extraterrestres."

Fonte: Terra

Descoberta de uma língua ainda indecifrável


DESCOBREM NO VALE DO INDO UMA LÍNGUA AINDA INDECIFRÁVEL



Para decifrá-la, seria necessário o equivalente à famosa Pedra de Roseta, o elemento-chave que permitiu que os estudiosos compreendessem os hieróglifos egípcios.

Os símbolos encontrados em azulejos e objetos da civilização que habitava o vale há mais de 4.000 anos, é o código de uma língua indecifrável, sugere um estudo de matemática e informática feito por cientistas indianos e americanos.

Estes símbolos encontrados em pequenos selos (pedras planas), amuletos, e placas de cerâmica, permanecem um mistério, e muitos especialistas têm questionado que se trate de uma linguagem e alegam que são simples pictogramas religiosos ou políticos.

"Para decifrá-los, teríamos que ter o equivalente à famosa Pedra de Roseta, o elemento-chave que permitiu aos estudiosos a compreensão dos hieróglifos egípcios", disse o cientista da Universidade de Washington Rajesh Rao, o autor principal de um estudo publicado na revista Science.

A equipe Indo-Americana realizou um estudo estatístico no computador que comparou a sequência de símbolos conhecidos como "Escrita Indo " - com diversas expressões linguísticas, desde o inglês moderno até o antigo sânscrito, e sistemas não linguísticos .

"Neste ponto, podemos dizer que a Escrita do Indo parece estar em concomitância estatística com a linguagem natural", disse Rajesh Rao, cientista da Universidade de Washington e autor do estudo.

A Escrita do Indo é conhecida há quase 130 anos ", mas apesar das mais de 100 tentativas ainda não foi decifrada, no entanto, se assumiu sempre que codifica uma linguagem", disse Rao.

Os povos do Indo foram contemporâneos das civilizações mesopotâmica e egípcia, habitaram o vale do rio Indo no que é hoje o noroeste da Índia e o Paquistão Oriental, há cerca de 2.600 a 1.900 a.C. Agora, Rao tem esperanças de chegar ainda mais longe no estudo da escrita para decifrar o código.

"No momento queremos analisar a estrutura e a sintaxe da escrita para deduzir suas regras gramaticais", disse ele.

O cientista espera que esta informação ajude a decifrar a linguagem, se surgir um equivalente da Pedra de Roseta.


Fonte: Terra Chile
arquivosdoinsolito.blogspot.com

AUSTRÁLIA: PESQUISADOR DIZ QUE YOWIE MATOU UM CACHORRO


Uma fotografia de uma suposta pegada do Yowie tirada por Katrina Tucker em Acacia Hills em 1997

Primeiro foram os OVNIS, agora se teme que o Yowie possa estar na área rural de Darwin. Um investigador de Yowie do Território do Norte, acredita que o animal é responsável pela recente morte de um cachorro no sul de Darwin.

Os donos do cachorro acreditam que o filhote de sete meses, que teve a cabeça arrancada do corpo, foi atacado por dingos.

Mas Andrew McGinn que pesquisa Yowies há mais de uma década disse que é possível que a besta seja responsável pelo ataque.

"O modo que o cachorro foi morto é típico de um Yowie", disse. "Eu sei que soa fantástico, mas durante os últimos 100 anos, cachorros foram mortos e decapitados, cabras foram roubadas, enquanto nos dias anteriores as pessoas diziam ter visto uma criatura alta e peluda ."

Recentemente, nos anos 1990, ocorreram vários relatos de avistamentos do Yowie em torno de Acácia Hills. Em agosto de 1997 a fazendeiro Katrina Tucker informou que viu o ser a poucos metros, em sua propriedade, e o descreveu como uma criatura humanóide peluda.

Foram tiradas fotografias das pegadas da criatura no dia seguinte, examinadas pelo Museu do Território do Norte. Concluíram que era uma fraude.

Mas McGinn disse que depois de falar com Katrina Tucker, não teve nenhuma dúvida que a história dela era verdadeira. "Depois que eu conheci essa senhora eu acredito que ela estava claramente apavorada", disse. O carpinteiro Darryl Campbell relatou que viu uma criatura semelhante perto do Rio Adelaide em 1998.

McGinn contatou o Northern Territory News após ler uma noticia de que Alan Ferguson, um morador de Acácia Hills, tinha visto OVNIS voando ao redor de sua casa. Ele disse que a área parece abrigar uma enorme quantidade de atividades incomuns.

"Eu estou aqui há 16 anos e ouço o tempo todo novos relatos dessas coisas estranhas em Acácia Hills", disse. Mas Alan Ferguson nunca viu um yowie.
"Eu só vejo essas coisas no céu, eu não vejo monstros peludos". "Mas se isso for realmente verdade, em seguida dinossauros estarão correndo nas ruas?" concluiu.


Fonte: Northern Territory News
arquivosdoinsolito.blogspot.com

Encontradas as duas maiores cavernas do mundo




Espeleólogos britânicos anunciaram o descobrimento das duas maiores cavernas do mundo, localizadas no centro do Vietnã, informou nesta quinta-feira a imprensa estatal.
As duas cavidades se encontram no Parque Nacional de Phong Nha - Ke Bang, declarado patrimônio da humanidade pela Unesco em 2003, informou o diário Than Nienh.
A maior destas cavernas tem 200 m de altura e 150 m de largura, e a outra possui 150 m de altura e 130 m de largura. Existem diversos critérios para medir o tamanho de uma caverna, e neste caso foi levado em conta a amplitude da sala.
Howard Limbert, da Associação Britânica de Pesquisa de Cavernas, assegurou que os exploradores não conseguiram percorrer a maior caverna por inteiro devido a seu enorme tamanho.
No entanto, não foram os primeiros descobridores, já que a cavidade aparentemente foi descoberta em 1991, mas a pessoa que disse tê-la encontrado não lembrava o local exato da entrada.
A equipe de espeleólogos descobriu as duas cavernas em uma expedição entre os dias 10 e 14 de abril.

Fonte: Terra

Planetas 'caem' dentro de sóis e desaparecem




O planeta Gliese 581 E é o mais leve fora do sistema solar
Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que alguns planetas descobertos fora do nosso sistema solar "caem" dentro de seus próprios sóis e desaparecem.
Segundo o astrônomo Rory Barnes, da Universidade de Washington, trata-se da primeira prova de um fenômeno já previsto por modelos computacionais no ano passado, que mostravam que a força da gravidade é capaz de "puxar" um planeta para dentro de seu sol.
"Quando examinamos as propriedades de planetas extra-solares, podemos ver que esse fenômeno já ocorreu com alguns deles", afirmou Barnes.
Os modelos computacionais apontam a localização dos planetas em um determinado sistema solar, mas a observação direta mostrou que, em alguns desses sistemas, os planetas que deveriam estar mais próximos de seu sol não existem mais.
Segundo os cientistas, a proximidade entre esses astros faz com que um "puxe" o outro com uma força gravitacional cada vez mais intensa, que causa uma deformação na superfície do sol, provocando ondas na sua superfície gasosa.
"As ondas distorcem a forma dessas estrelas, e quanto maior essa distorção, mais rapidamente as ondas 'puxam' o planeta para dentro", explicou Brian Jackson, do Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, e chefe da equipe de pesquisadores.
Massas gasosas
A maioria dos planetas descobertos fora do nosso sistema solar são gigantes massas gasosas, como Júpiter, mas ainda maiores que este planeta.
Entretanto, no início deste ano, astrônomos detectaram um planeta extra-solar mais parecido com a Terra do que qualquer outro encontrado até o momento.
Batizado de CoRoT-7 B, o astro tem uma órbita a cerca de 2,4 milhões de quilômetros de seu sol - uma distância menor do que Mercúrio está do nosso Sol. Com isso, o planeta estaria em vias de ser 'absorvido'.
"A destruição deste planeta é lenta, mas inevitável", decretou Jackson.
"As órbitas desses planetas mudam em uma ordem de dezenas de milhões de anos. Em um certo momento, o planeta fica tão perto de seu sol que, começa a ser desmantelado por ele", disse o cientista.
"Ou o planeta é destruído antes de atingir a superfície do sol, ou, no processo de destruição, sua órbita acaba entrando em intersecção com a atmosfera desse sol e o calor dele faz o planeta desaparecer."
Os cientistas esperam que o estudo, a ser publicado no Astrophysical Journal, facilite a compreensão de como as estrelas destroem planetas e como esse processo afeta as órbitas planetárias.

Fonte: BBC Brasil

Estátuas de pedra guardam múmias no Peru


Estátuas de pedra guardam múmias no norte do Peru


Quando se pensa em um povo milenar do Peru e nas ruínas de sua civilização, a primeira coisa que vem à cabeça são os incas e Machu Picchu.

A força desse monumento é tanta que ofusca outras jóias, como Ayachaqui, um conjunto de sarcófagos deixados pelo povo chachapoya no nordeste do país, na Amazônia peruana.


Os soberanos chachapoya ficavam em lugares onde pudessem ter uma visão digna dos deuses

Os chachapoyas formavam uma nação pré-colombiana que construiu fortalezas em meio à selva. Após uma série de conflitos no século XV, ela acabou subjugada pelos inimigos incas, que ganharam não apenas o controle, mas também a fama.

A mais notável das fortalezas chachapoyas restantes é Kuélap, conhecida no jargão turístico como "Machu Picchu do norte", embora muito menos visitada do que a irmã inca por ser de difícil acesso.



Ayachaqui, ao norte da cidade de Lamud, é outro bom destino para quem quer se aprofundar na cultura desse povo, mas a viagem requer muito preparo físico.

Localizado 1.200 quilômetros a nordeste de Lima (capital do País), o sítio arqueológico foi descoberto só no final de 2005. Desde então, passou a receber alguns corajosos visitantes, que, para chegar lá, vencem dois dias de caminhadas por entre abismos, vales e montes.

O momento mais instigante da travessia é cruzar a cachoeira de Gocta, a terceira mais alta do mundo, com 771 metros.

O esforço compensa pela visão dos sarcófagos, que datam entre os anos 0 e 500 d.C. Medindo mais de dois metros cada, os túmulos são feitos de argila e decorados com pintura avermelhada.

São como estátuas encravadas na montanha, modeladas com traços quase infantis. A diferença é que cada uma preserva uma múmia em seu interior.


A tradição mortuária chachapoya previa que os seus reis fossem sepultados em lugares especialmente bonitos, como nessas colinas rochosas cobertas de vegetação.

O cuidado com a escolha do local permitiu que os túmulos fossem poupados dos ataques de caçadores de tesouros.

Com a preservação, os olhares hoje se cruzam: enquanto os visitantes levantam o queixo para admirar as esculturas, lá no alto, os soberanos continuam mirando imponentes a paisagem digna dos deuses.


Fonte: Terra
arquivosdoinsolito.blogspot.com
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...