quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Misteriosa operação Prato: o caso Roswell Brasileiro


A misteriosa operação Prato: o caso Roswell Brasileiro


Durante a 1º Fase do Fenômeno, a Gurupi, não houve um maior interesse ou preocupação por parte das autoridades nacionais em relação aos casos de Chupa-chupa. Em um documento oficial da Força Aérea Brasileira, recentemente liberado temos logo no início uma explicação sobre a demora em tomar providencias a respeito destes fatos:
No litoral paraense vive uma população subnutrida, de reduzido grau de instrução, e sobretudo mística. As estórias que se contam, de fatos que se passam no meio dessa gente, seriam dignas de figurar em qualquer folclore. Em razão disso, não foi dada maior atenção ao fato“.

Foi somente com a Segunda Fase, com ocorrências mais intensas, maior pânico da população local, entre outros problemas, é que a Força Aérea Brasileira resolveu agir de fato. O ofício enviado pelo prefeito de Vigia de Nazaré, ao 1º Comando Aéreo Regional (I COMAR), e solicitações semelhantes de outras cidades foram o estopim para o surgimento de uma operação especial que tinha como missão descobrir a natureza destes casos, acalmar e instruir a população local em relação aos fatos. Ela foi criada pelo Brigadeiro Protázio Lopes de Oliveira, na época comandante do destacamento, no começo do mês de setembro de 1977. Para compor a operação foram destacados oficiais do Serviço de Inteligência  (a chamada Segunda Seção).
A primeira tarefa dos militares seria avaliar a situação para elaborar um relatório completo sobre o que estava ocorrendo. Deveriam manter sigilo sobre a Operação e aprofundar ao máximo as investigações.
Poucos dias depois a equipe chegou a Colares e apresentou-se ao Prefeito local, ao padre Alfredo de Lá O, e à Diretora da Unidade de Saúde, Dra Wellaide.
Sem saber o que encontrar durante a investigação, os militares montaram uma base de operações na Praia do Humaitá, na esperança de registrar o aparecimento do fenômeno. A equipe montou baterias antiaéreas em pontos estratégicos e ficou à espera. Durante o dia aproveitava o tempo para entrevistar vítimas e testemunhas e visitar locais onde os casos.
Logo no início eles se dividiram em duas equipes que se posicionaram em locais com mais casos registrados. Já nas primeiras noites de vigília, uma equipe conseguiu fotografar um objeto luminoso que evoluía sobre a região. Eles puderam calcular a altitude em torno de 3 mil metros e a velocidade em torno de 30 mil Km/h. Este objeto era bem diferente de satélites e meteoritos que também foram observados na ocasião. A outra equipe, situada em outro local também avistou o objeto. Tudo o que acontecia era anotado em relatórios rigorosos, indicando data, horário, local, nomes de testemunhas e descrição dos fatos. Quando haviam registros fotográficos era geralmente anotado nome do autor da fotografia e descrição do equipamento utilizado, bem como as condições no momento do registro. Estas experiências iniciais foram consideradas inconclusivas pelos militares. Os dados obtidos não foram significativos e a foto, depois de revelada, não permitiu confirmar os relatos dos moradores locais. Eles logo retornaram à Belém, para a sede do I COMAR, e evitaram comentar suas experiências por lá, com medo de cair no ridículo perante seus colegas. Tudo isso foi registrado em seus relatórios iniciais, que contavam também com depoimentos da Dra. Wellaide Cescin de Carvalho e do padre de Colares, Alfredo de La Ó.
Os militares tiveram muito trabalho durante sua permanência na região. Seja entrevistando vitimas e testemunhas, seja com atividades de orientação à população local através de palestras informativas ou através de vigílias ou deslocamentos à áreas onde os casos ocorreram. Através dos relatórios oficiais podemos ter uma clara noção da intensa atividade em que os militares da Operação Prato estiveram envolvidos. No período entre 20 e 31 de outubro de 1977, período inicial da Operação, ainda sem a chefia do então Capitão Hollanda, os caso de avistamento eram raros. A maioria das atividades concentraram-se em documentar o fenômeno e seus efeitos sobre a população.
Em 20 de outubro, a Equipe de militares, saiu de Belém, por volta das 14:00 horas e dirigiu-se para Santo Antonio do Tauá, onde coletaram depoimentos de vítimas do fenômeno. Dali seguiram para as proximidades do quilômetro 12 da Rodovia Belém – Vigia, onde coletaram novos depoimentos, seguindo ainda no mesmo dia para a vila de Espírito Santo do Tauá onde três militares estavam em vigília no local. Por volta das 22:30 o grupo retornou à Santo Antônio do Tauá onde manteve vigília por mais algum tempo.
O dia 21 de outubro transcorreu sem normalidades. Na parte da manhã, a equipe voltou à Rodovia Belém-Vigia para entrevistar testemunhas do fenômeno que moravam na região. Após isso retornaram para Belém, reportando ao Chefe do A2, que ordenou que seguissem na mesma noite para Santo Antonio do Ubintuba onde realizaram vigília por algumas horas.
No dia seguinte, 22 de outubro, pela manhã, seguiram para a localidade de Trombetas onde coletaram depoimentos de vitimas e testemunhas do fenômeno. Após isso seguiram para Vila Nova do Ubintuba onde entrevistaram moradores que também haviam sido vitimas do Chupa-chupa. Neste mesmo dia, por volta das 19 horas a equipe testemunhou a evolução de várias luzes com diferentes trajetórias sobrevoando a direção. Estes avistamentos não foram muito significativos e não foram fotografados pela equipe. Por volta das 20 horas ocorreu novo avistamento, desta vez de um objeto luminoso, voando num altitude mais baixa, em aproximadamente 1200 metros a uma velocidade variável. O resto da noite foi sem qualquer anormalidade e a equipe retornou à Belém no dia seguinte pela manhã, reportando ao Chefe da 2ª Seção EM-1.
No dia seguinte, 24 de outubro, a equipe retornou à Santo Antônio do Tauá e entrevistou moradores da Colônia São Brás. À noite, os militares seguiram para Colares, chegando por volta de 20:15 horas. Depois de contatar autoridades do município eles coletaram depoimentos de várias pessoas que foram vítimas do fenômeno. Após conversar com os moradores, eles realizaram uma vigília, observando, pouco depois das 4 horas da manhã de 25 de outubro, três luzes deslocando-se em pontos diferentes do firmamento. Ao longo daquele dia não houve nada significativo.
No dia seguinte, 26 de outubro, os militares transportaram médicos até a cidade de Santo Antônio do Ubintuba, afim de tratar vítimas do fenômeno. Após retornar à Colares a equipe colocou-se de vigília. Moradores de áreas afastadas começaram a relatar a presença de luzes sobrevoando as árvores e pouco depois, por volta das 22:15 hs uma senhora, Neuza Pereira Aragão, foi atendida pela equipe médica. As luzes continuaram sendo observadas até por volta da meia noite, quando outra senhora, Maria Beatriz Leal Ferreira, foi atendida pelos médicos. Por volta das 4 horas da manhã ocorreu novo avistamento nas proximidades de Colares e após isso nada mais foi observado na região.
Após uma pausa nas atividades, a equipe voltou à Colares no dia 29 de outubro. A noite foram observados alguns satélites, e um OVNI luminoso foi observado por alguns moradores na região de Colares. No dia seguinte, novamente alguns moradores observaram um objeto luminoso em uma praia próxima.
Durante as atividades dos militares em Colares formou-se um vinculo com a população local. A presença dos militares trouxe um alento aos moradores das áreas afetadas. Em várias ocasiões os militares apresentaram palestras sobre temas relacionados à exploração espacial. Paralelamente à isso, os militares instruíam os moradores a não atirar contra tais objetos pois eles não estariam ali para fazer mal. Uma destas apresentações ocorreu na noite de 30 de outubro. Aquela noite foi relativamente calma, não havendo registros de ataques na localidade. No começo da noite do dia 31 ocorreram novos avistamentos na orla marítima. Mais tarde, pescadores relataram aos militares, terem observado um estranho objeto no mar.
Nessa fase inicial da Operação, os casos de avistamento por parte dos militares eram em geral envolvendo luzes à distância que não podiam ser explicadas a partir de fenômenos naturais, aeronaves convencionais, satélites ou corpos celestes. Geralmente quando ocorriam estes eventos, no relatório era citada sua provável origem. Quando o fenômeno observado era de fato não identificado, era descrito minuciosamente no relatório que era acompanhado de um croqui feito sobre mapa da região, indicando trajetória e outros detalhes importantes. Alguns destes croquis já estão disponíveis publicamente nos documentos já disponibilizados ao público.

Algumas Páginas dos relatórios da Operação Prato
A partir de Novembro, os casos testemunhados pelos militares aumentaram em quantidade e na qualidade da experiência. Nesta fase, já sob chefia do então Capitão Uyrangê Hollanda, ocorreram os mais impressionantes casos envolvendo os militares da Operação Prato.

O primeiro avistamento significativo do capitão Hollanda ocorreu em princípios de novembro de 1977. A equipe estava investigando ocorrências na Baía do Sol, onde montaram um acampamento temporário. Até esse momento, Hollanda era cético em relação aos fatos envolvendo o chupa-chupa. À noite uma luz intensa surgiu, vindo do norte, posicionou-se sobre o acampamento, circundou-o e desapareceu no horizonte. A partir deste evento, Hollanda reconheceu que algo muito sério estava ocorrendo na região. Todavia, este não foi o avistamento mais impressionante.
Pouco tempo depois dos eventos na Baía do Sol, um rapaz armou uma armadilha para caçar uma paca às margens do Rio Jari. Ele armou um acampamento encima de uma arvore e ficou à espera. Durante a noite, surgiu um objeto intensamente iluminado que posicionou-se acima do acampamento. Do objeto abriu-se uma escotilha e por ela saiu um estranho ser que, através de um facho de luz, desceu flutuando, de braços aberto. Assustado o rapaz deixou a rede onde estava deitado e se escondeu no mato. O estranho ser dirigiu-se até a rede onde o caçador estivera, e com um feixe de luz que saía da palma de sua mão iluminou o local, examinando a rede. Repentinamente o estranho ser dirigiu-se diretamente para onde o rapaz estava escondido. Assustado o rapaz fugiu correndo para o barco ancorado no rio, onde haviam dois colegas. Eles se esconderam e observaram o objeto se aproximar do barco, posicionando-se sobre ele. Do objeto saiu o mesmo ser que começou a examinar o que havia a bordo. Os três amigos assustados, permaneceram escondidos em meio à plantas aquáticas até que o objeto foi embora. No dia seguinte, o caso chegou ao conhecimento do Capitão Hollanda que foi com uma equipe até o local.
Durante a vigília naquela noite eles observaram um grande objeto, com forma semelhante à de uma bola de futebol americano, que bailou a frente do grupo por algum tempo. Todo o episódio foi fotografado e documentado pelos militares, sendo que tal material até o momento não foi liberado.


A Operação, embora estivesse atingindo os objetivos e até mesmo interagindo com o Fenômeno Chupa-chupa, foi abruptamente encerrada depois de quatro meses de atividades. O material resultante da Operação foi inicialmente guardada no 1º COMAR e depois transferida para Brasília onde possivelmente está até hoje.
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O Caso Roswell Brasileiro“, onde mostra uma série de depoimentos de pessoas envolvidas no caso.
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Arquivos Extraterrestres – O Caso Roswell Brasileiro -
The History Channel


Fonte: http://www.antinovaordem.com/2012/01/misteriosa-operacao-prato-o-caso.html#ixzz2HUqn8jEB
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Histórias Misteriosas- Gef


Gef


 Em setembro de 1931, a família de Irving - James, e sua filha Margaret Voirrey (13) - diziam ouvir ruídos persistentes farfalhar coçar a trás dos painéis da parede de madeira da fazenda. A princípio, pensaram que era um rato, mas a criatura invisível começou a fazer sons diferentes, às vezes, cuspir como um furão, ou rosnar como um cão, ou borbulhando como um bebê. A criatura logo revelou uma capacidade de falar, e apresentou-se como o GEF, uma fuinha. Alegou ter nascido em Nova Deli, na Índia, em 1852. De acordo com Voirrey, que era a única pessoa a vê-lo corretamente, o GEF foi o tamanho de um rato pequeno, com pêlo amarelado e uma cauda espessa e grande (o mangusto indiano é na realidade muito maior do que um rato e não tem uma cauda espessa ).

Gef diversas afirmou ser "uma mongoose extra extra inteligente", um "espírito terrestres"e "um fantasma em forma de uma doninha". Ele disse uma vez: "Eu sou uma aberração. Eu tenho as mãos e eu tenho os pés, e se você me ve você logo desmaia, você ficaria petrificado, mumificado, transformado em pedra ou uma estátua de sal! "Voirrey Irving, que assumiu Gef sob sua asa, morreu em 2005. Em uma entrevista publicada no final da vida, ela sustentou que a GEF não foi sua criação.

Histórias Misteriosas- SS Ourang Medan


SS Ourang Medan 


Em fevereiro de 1948, chamadas de socorro foram captados por vários navios perto da Indonésia, do cargueiro holandês SS Ourang Medan. A mensagem foi arrepiante, "Todos os funcionários, incluindo o capitão estávam mortos deitados no camarim e pontes. Possivelmente a tripulação toda morta. "Esta mensagem foi seguida pelo código Morse, em seguida, uma mensagem indecifrável final horrível ..." eu morrer. "Quando o navio de resgate chegou ao local algumas horas depois, eles tentaram saudar a Medan Ourang mas não houve a resposta. Uma festa de embarque foi enviado para o navio e que eles descobriram foi uma visão assustadora, que fez a Medan Ourang uma das mais estranhas histórias de fantasmas assustadores e navios de todos os tempos.

Todos os tripulantes e os oficiais do Medan Ourang estavam mortos, os olhos abertos, rostos olhando para o sol, os braços abertos e um olhar de terror em seus rostos. Até o cão do navio estava morto, encontrado rosnando para algum inimigo invisível. Ao aproximar os corpos na sala da caldeira, a equipe de resgate sentiu um calafrio, mas a temperatura estava próxima de 110 ° F. A decisão foi tomada para rebocar o navio de volta ao porto, mas antes que pudessem chegar em andamento, a fumaça começou a rolar a partir do casco. A equipe de resgate deixaram o navio e mal teve tempo de cortar as linhas de reboque antes da Medan Ourang explodiu e afundou.

Para este dia, o destino exato do Medan Ourang e sua tripulação permanece um mistério.

image fonte; www.interesite.com

Histórias misteriosas- Chupas

Chupas


Chupas são objetos misteriosos, ou UFOs, supostamente visto pela noite, nas matas do leste (principalmente) no Brasil. Eles são descritos como menores, objetos metálicos, como que voam sobre as copas das árvores, fazendo um ruído como uma geladeira ou um transformador. Como a maioria das pessoas na área são pobres, muitas vezes eles saem durante a noite para caçar comida, como veados. Para fazer isso, eles sobem nas árvores para esperar sua presa. Muitas vezes, é durante este período de espera que os caçadores alegam ver chupas. Quando vi, chupas são reivindicados para emitir uma luz branca brilhante. Em vez de ser "apenas objetos não identificados", ou luzes, eles são acusados de ser letal. Em alguns casos, as pessoas afirmam ter sido perseguidos por eles. Alega-se que isso muitas vezes resulta em todos os tipos de dor por dias (às vezes anos) depois da sua experiência. Também foi alegado que algumas pessoas têm mesmo morrido em decorrência da rajadas letais de raios emitidos pelo chupas, e que alguns caçadores tentaram atirar no chupas, sem efeito.

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Histórias Misteriosas- As pegadas


Devil’s Footprints


Na noite de 8-9 de fevereiro de 1855, e uma ou duas noites depois, após uma queda de neve, uma série de marcas de casco apareceram na neve. Estas pegadas, medindo 1,5-2,5 cm de largura e oito centímetros de distância, continuou durante todo o campo para um total de mais de 100 milhas, e,apesar de virar em vários pontos, a maior parte do seu curso seguido de linhas retas. Casas, rios,montes de feno e outros obstáculos que foram percorridos em linha reta ao longo, e pegadas apareceram os cumes dos telhados cobertos de neve e muros altos, que estava no caminho das pegadas ". Havia também rumores sobre aparições atendente de uma "figura como o diabo"na área de Devon durante o susto. Muitos moradores armaram-se e tentaram rastrear o animal responsável, sem sucesso. Recentemente, na noite de 12 de março de 2009, as marcas mais estranha,correspondentes que deixou em 1855, foi encontrado novamente em Devon - essas novas pegadas são mostradas acima.

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Histórias Misteriosas- James Worson


James Worson


Em 03 de setembro de 1873, um homem chamado James Worson aceitou um desafio para a corrida, em tempo recorde, da cidade de Leamington para a cidade de Coventry, uma caminhada de 20 milhas. Ele tinha se vangloriado de suas habilidades para correr, em seguida, foi convidado a provar. Dois amigos, Hammerson Burns e Barham Wise, seguiu atrás de um show de cavalo-extraídas. Burns trouxe ao longo de sua câmera. Worson nunca esteve fora de sua vista, e que muitas vezes passava em volta deles, para trocar algumas palavras amigáveis com os dois pilotos. Correndo no meio da estrada, Worson de repente pareceu tropeçar um passo a frente, ter tempo suficiente para apenas um grito curto penetrante. Wise disse mais tarde: "Foi o som mais medonho que nós nunca tínhamos ouvido antes."Mas como Worson acamparam em frente com aquele grito terrível, em vez de cair no chão enquanto ele parecia estar a ponto de ter feito, ele desapareceu completamente e totalmente em meados do outono, antes mesmo de atingir o solo. A estrada em si contou a história e Wise tirou as fotos para provar isso. Lá, na terra mole, foram encontradas pegadas.They Worson levou para o meio da estrada, parecia que o corredores tropeçaram, e lá eles desapareceram. A pesquisa foi chamada e os locais vasculharam a área para Tiago. Os cães de caça utilizados na pesquisa estranhamente relutam em se aproximar do local onde Worson desapareceu. Ele nunca foi visto ou ouvido de novo.

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domingo, 6 de janeiro de 2013

Vulcões estão entrando em atividades

O fim do mundo está perto? todos vulcões em atividades?



A intensidade de vulcões que entram em atividade estão relacionados com a passagem do cometa elenin? precisamos pesquisar.
"Um rio de lava" é assim que começam as noticias dos principais jornais do mundo para informar sobre os vulcões que entram em erupção quase que todos os dias.
Nesta quarta foi a vez do Kilauea, no Havaí. Leia abaixo as matérias e agumas pesquizas em site americanos.
erupção de um vulcão em uma ilha no Havaí provocou rios de lava que iluminaram a noite da região na quarta-feira.


A erupção de um vulcão em uma ilha no Havaí provocou rios de lava que iluminaram a noite da região na quarta-feira.http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/08/110805_vulcao_kilauea_dg.shtml
Vulcão Kilauea, no Havaí, é um dos mais ativos do mundo
A lava do Kilauea está confinada no parque nacional de vulcões do Havaí, nos Estados Unidos. Segundo as autoridades, algumas estradas foram fechadas, mas não há perigo para os moradores da região.
O Kilauea tem entrado em constantes erupções desde 1983 e é um dos vulcões mais ativos do mundo, e desde março deste ano não se via tanta lava no local.

Quiz – Vulcões
Os vulcões têm alto poder destrutivo, pois, quando entram em erupção, liberam gases tóxicos e o magma, com alta temperatura. Esses gases tóxicos poluem o ar e prejudica o ser humano. O magma modifica o cenário geográfico, queimando florestas e até destruindo cidades. No oeste do continente sul-americano, há muitos vulcões, como o Llaima e o Villarrica, vulcões ativos no Chile.
http://www.educacaoadventista.org.br/fundamental-2/quiz/821/quiz-vulcoes.html

Nova Atividade / Unrest: | Cleveland, Chuginadak Island | Etna, na Sicília (Itália) | Marapi, Sumatra (Indonésia) | Poás, Costa Rica | Rabaul, New Britain | Stromboli, Aeolian Islands (Itália)
Atividade em andamento: | Karymsky, Eastern Kamchatka (Rússia) | Kilauea, no Havaí (EUA) | Kizimen, Eastern Kamchatka (Rússia) | Puyehue-Cordón Caulle, Central Chile | Sakura-jima, Kyushu | Shiveluch, Central Kamchatka (Rússia)

Esta página é atualizada às quartas-feiras. Por favor, consulte a Home Page GVP notícias da última atividade significativa.

O Relatório de Atividades Weekly vulcânica é um projeto de cooperação entre o Programa de Vulcanismo Smithsonian Global eo Serviço Geológico dos EUA do Vulcão Programa de Riscos. Atualizado por 2300 UTC toda quarta-feira, as notificações de atividade vulcânica postada nestas páginas são preliminares e sujeitos a alteração como eventos são estudados em mais detalhe. Esta não é uma lista abrangente de todos os vulcões da Terra em erupção durante a semana, mas sim um resumo da atividade de vulcões que satisfazem os critérios discutidos em detalhe no "Critérios e Disclaimers" seção. Cuidadosamente revistos, relatórios detalhados sobre vários vulcões são publicadas mensalmente no Boletim da Rede de Vulcanismo Global.

Nota: Muitas agências de notícias não arquivar os artigos que publicam na Internet, e, portanto, os links para algumas fontes pode não estar ativo. Para obter informações sobre os artigos citados que não estão mais disponíveis na Internet de contato a fonte.

Nova atividade / Unrest

CLEVELAND Chuginadak Ilha 52,825 ° N, 169,944 ° W; cúpula elev. 1730 m

AVO informou que em 02 de agosto o Nível de Alerta para Vulcão Cleveland foi criado para Watch eo Código de Cores de Aviação foi criado para laranja, devido à formação de uma cúpula de lava de 40 m de largura na cratera que foi observado em 29 de Julho. O domo de lava foi extrusado em algum momento após 07 de julho após a última visão clara da área de cúpula, no entanto anomalias térmicas observado desde 19 de julho sugeriu que a cúpula tinha extrudados desde aquela época.

Resumo geológico. Simétrica Monte Cleveland estratovulcão está situado na extremidade ocidental da ilha desabitada Chuginadak dumbbell-shaped nas Aleutas leste-central. A 1730 metros de altura é o mais alto vulcão das Ilhas of Four Mountains grupo e é um dos mais ativos nas Aleutas. Inúmeros fluxos de lava descem seus flancos. É possível que alguns de 18 erupções do século 19 atribuído a Carlisle (um vulcão localizado no Estreito de Passe Carlisle para o NW) deve ser atribuída a Cleveland. Em 1944 produziu o Cleveland fatalidade conhecida apenas de uma erupção Aleutas. As erupções recentes do Monte. Cleveland tem sido caracterizada por curta duração das emissões de cinzas explosivo, às vezes acompanhado por fountaining lava e fluxos de lava pelos flancos.


Fonte: Alaska Volcano Observatory (AVO)

Cleveland Informação do Programa Global de Vulcanismo

ETNA Sicília (Itália) 37,734 ° N, 15,004 ° E; cúpula elev. 3330 m

Sezione di Catania - Osservatorio Etneo relatou que na noite de 28 de julho explosões Strombolian da abertura ativa no flanco E de SE Etna Cratera cone eram fracos e esporádicos, então cessaram durante a noite. Ao longo de 29 de julho, a cratera foi tranquila. Na madrugada de 30 de julho incandescence intermitente da cratera se intensificado gradualmente e se tornou mais freqüente, depois, foi seguido pela atividade Strombolian intensa acompanhada por detonações alto. Bombas de lava ejetada várias dezenas de metros caiu na cratera ou ao redor do aro. A nuvem de cinzas difusa drifted E. Um pequeno fluxo de lava no flanco E desceu cerca de 100 m, em seguida, rapidamente refrigerados. A atividade foi acompanhada por um aumento distintas na amplitude média de tremor vulcânico que, juntamente com a atividade, de forma abrupta diminuição no início da tarde.

Mais tarde naquele dia que a amplitude média de tremor vulcânico voltou a aumentar junto com a atividade Estromboliana. A pluma de gás e cinza difusa novamente drifted E. Strombolian atividade intensificada e jatos incandescentes tornou-se contínuo. Ao mesmo tempo, a lava fluiu E ea taxa de efusão aumentou rapidamente; lava fluiu 3 km descendo a encosta W da del Valle Bove. A nuvem de cinzas se tornou mais densa e ashfall foi relatada na área Jónico (18 km). Durante o período mais intenso, fragmentos de lava fluida foram ejetados 450-500 m acima da cratera e caiu sobre os flancos do cone piroclástico a distâncias de 200-300 m. Fontes de lava de hidromassagem de pelo menos duas aberturas localizadas dentro da cratera e no flanco E superior, WNW aproximadamente alinhados e ESE. A atividade cessou pouco depois da meia-noite. O evento em 30 de Julho foi o evento oitava paroxística em 2011.

Resumo geológico. Monte Etna, eleva-se acima Catania, Sicília segunda maior cidade, tem uma das mais longas do mundo registros documentados de vulcanismo histórico, que remonta a 1500 aC. Fluxos de lava histórica cobrem grande parte da superfície deste maciço basáltico estratovulcão, o maior e mais volumoso na Itália. Dois estilos de atividade eruptiva geralmente ocorrem na Etna. Persistentes erupções explosivas, às vezes com as emissões de lava menor, lugar de um ou mais dos três crateras cúpula proeminente, o Cratera Central, NE Crater, e SE da cratera. Erupções de flanco, normalmente com maiores taxas de efusão, ocorrem com menor freqüência e se originam de fissuras que abrem progressivamente para baixo, de perto do cume. Um período de mais intensa intermitentes erupções explosivas de crateras do Etna cúpula começou em 1995. O vulcão ativo é monitorado pelo Instituto Nazionale di Geofísica e Volcanologia (INGV) em Catania.

Fonte: Sezione di Catania - Osservatorio Etneo

Etna Informação do Programa Global de Vulcanismo

Marapi Sumatra (Indonésia) 0,381 ° S, 100,473 ° E; cúpula elev. 2891 m

CVGHM relatou sismicidade aumentou de Marapi durante 21 junho - 3 agosto. Alguns observadores notaram que durante junho e julho plumas rosa branca 15-75 m acima do cume crateras. Em 1 de Agosto plumas brancas subiu 15 m acima da cratera principal; nevoeiro impediu as observações do dia seguinte. Em 3 de Agosto plumas densas cinza subiu 300-1,000 m acima da cratera em oito ocasiões. CVGHM mesmo dia que elevou o nível de alerta para 2 (em uma escala de 1-4). Visitantes e moradores foram proibidos de entrar dentro de um raio de 3 km da cimeira.

Resumo geológico. Gunung Marapi, para não ser confundido com o vulcão Merapi mais conhecido em Java, é o vulcão mais ativo de Sumatra. Marapi é um estratovulcão complexo enorme que se eleva 2.000 metros acima da planície Bukittinggi em Highlands Sumatra Padang. A cúpula ampla contém várias crateras de cúpula que se sobrepõem parcialmente construída dentro da pequena caldeira Bancah 1,4 km de largura. As crateras cúpula estão localizados ao longo de uma linha ENE-WSW, ao longo do qual vulcanismo migrou para o W. Mais de 50 erupções, geralmente constituídos por pequenas e moderada atividade explosiva, foram registrados desde o final do século 18, sem histórico fluxos de lava fora da cúpula crateras foram relatados.


Fonte: Centro de Vulcanologia e Mitigação de Risco Geológico (CVGHM)

Marapi Informação do Programa Global de Vulcanismo

POAs Costa Rica 10,20 ° N, 84,233 ° W; cúpula elev. 2708 m

OVSICORI-UNA informou que em 23 de Julho, um grupo de cientistas observatório visitou Poás para documentar as mudanças que ocorreram lá durante a semana anterior. Eles observaram que o sutil, escarpa semicircular observado alguns meses antes progrediram rapidamente para uma escarpa acentuada na costa SE de Laguna Caliente. Os 60 m de largura, 2,5 m de altura escarpa desgaseificados e atividade geyser foi observada no final W, junto ao lago fumegante. Em uma área de cerca de 40 m acima da superfície do lago, onde havia rochas fraturadas e ventilação de gás vigoroso, incandescente emanados da cúpula de lava e uma temperatura de 670 graus Celsius foi medido.

Resumo geológico. O amplo, edifício bem-vegetação de Poás, um dos vulcões mais ativos da Costa Rica, contém três crateras ao longo de uma linha NS. O frequentemente visitados multi-colorido lagos cume da cratera do vulcão basáltico-to-dacítica, que é um dos mais proeminentes da Costa Rica, marcos naturais, são facilmente acessíveis por veículo da capital vizinha de San José. A fissura NS-trending cortar o estratovulcão 2.708 m de altura complexo estende-se ao menor flanco norte, onde se produziu o estratovulcão Congo e vários lago cheio de Maars. O mais meridional dos dois lagos cume da cratera, Botos, é fria e clara e última erupção cerca de 7.500 anos atrás. O mais proeminente aquecimento geotermal norte do lago, Laguna Caliente, é um dos mundiais mais ácidas lagos naturais, com um pH de cerca de zero. Ele tem sido o local de freqüentes freático e erupções phreatomagmatic desde a primeira erupção histórica foi relatado em 1828. Poás erupções muitas vezes incluem geyser-like de ejeção da cratera-lago de água.


Fonte: Observatorio Sismologico Vulcanologico y de Costa Rica-Universidad Nacional (OVSICORI-UNA)

Poás Informação do Programa Global de Vulcanismo

Rabaul New Britain 4,271 ° S, 152,203 ° E; cúpula elev. 688 m

RVO relatou que ocasionalmente vapor branco azul matizado subiu de cone Rabaul caldera do Tavurvur durante 01-28 julho. Incandescência Dull emanava uma pequena escavar-em ventilação no chão da cratera. O início de uma erupção de cinzas em 29 de Julho foi marcado por um tremor de baixa freqüência emergentes e subindo lentamente plumas de cinzas cinza. Uma explosão em 30 de Julho, possivelmente produzidos ashfall luz para o NW. Dados sísmicos indicaram desgaseificação forçada, em 01 de agosto.

Resumo geológico. A baixa altitude caldeira Rabaul na ponta da Península Gazelle, no final do NE New Britain forma um porto abrigado ampla. Os flancos exteriores do vulcão escudo 688 m de altura assimétrica piroclásticos são formados por grosso fluxo piroclástico depósitos. O 8 x ​​caldera km 14 é amplamente violado na E, onde o chão é inundado por Blanche Bay. Dois grandes Holoceno caldera-forming erupções em Rabaul ocorreu recentemente, em 3500 e 1.400 anos atrás. Três estratovulcões pequenos estão fora da caldeira do norte e nordeste jantes. Pós-caldeira construída erupções basálticas-to-dacítica cones piroclásticos no chão perto da caldeira NE e paredes caldera ocidental. Vários destes, incluindo cone Vulcan, que foi formado durante uma grande erupção em 1878, produziram atividade explosiva importante durante o tempo histórico. Uma erupção poderoso explosivo, em 1994, ocorreu simultaneamente a partir de Vulcan e vulcões Tavurvur e forçou o abandono temporário de Rabaul cidade.

Fonte: Rabaul Volcano Observatory (RVO)

Rabaul Informação do Programa Global de Vulcanismo

STROMBOLI Aeolian Islands (Itália) 38,789 ° N, 15,213 ° E; cúpula elev. 924 m

Sezione di Catania - Osservatorio Etneo relatou que durante a tarde da noite de 01 de agosto uma vasta acumulação de material incandescente apareceu na base da abertura do Stromboli N1, a mais setentrional de ventilação ativa dentro do terraço cratera a cerca de 750 m de altitude. Dentro de alguns minutos, o material caiu e deslizou downslope, a criação de dois pequenos lobos de lava. O fluxo mais orientais desceu a encosta do N Sciara del Fuoco, gerando pequenos deslizamentos de terra a partir do material solto na encosta, e marcando o evento derrame de lava primeiro fora da cratera desde uma emissão de pequeno porte durante 11-12 dezembro de 2010. A lava acumulada em uma área plana próxima Hornitos que foram formados durante 2002-2003, antes de continuar descendo uma ladeira íngreme. Em 2 de agosto, a lava desceu a 500 m de altitude e avançado muito lentamente. Durante a efusão tarde parecia ter diminuído.

Resumo geológico. Espectaculares explosões incandescentes noturnas no vulcão Stromboli há muito atraído visitantes para o "Farol do Mediterrâneo." Stromboli, o NE-a maioria das Ilhas Eólias, emprestou seu nome para a atividade leve freqüentes explosivo que tem caracterizado suas erupções ao longo do tempo histórico. A pequena ilha 926 m de altura de Stromboli é o cume de um vulcão emergente que cresceu em dois ciclos principais eruptiva, a última das quais formaram a parte ocidental da ilha. As aberturas de cúpula ativos estão localizados na cabeça do Sciara del Fuoco, uma escarpa em forma de ferradura formada como resultado da falha encosta que se estende até abaixo do nível do mar e funis fluxos piroclásticos ejecta e lava para o NW. Essencialmente contínua leve explosões Strombolian, por vezes acompanhados de fluxos de lava, foram registrados a Stromboli desde os tempos romanos.

Fonte: Sezione di Catania - Osservatorio Etneo

Informação Stromboli do Programa Global de Vulcanismo

Atividade em andamento

KARYMSKY Oriental Kamchatka (Rússia) 54,05 ° N, 159,45 ° E; cúpula elev. 1536 m

KVERT relatou que durante 22-29 julho atividade sísmica moderada continuou em Karymsky e plumas de cinzas possível levantou-se da cratera. Uma anomalia térmica no vulcão foi detectada por satélite entre julho 22 e 24-27; cobertura de nuvens impediu observações sobre os outros dias. O Código de Cores de Aviação permaneceu em Orange.

Baseado em informações da Yelizovo Airport (UHPP), o VAAC Tokyo relatou que em 30 de Julho uma nuvem de cinzas subiu a uma altitude de 2,1 km (7.000 pés) de altitude drifted e SW.

Resumo geológico. Karymsky, o vulcão mais ativo do leste de Kamchatka é vulcânica da zona, é um estratovulcão simétrica construída dentro de uma caldeira de 5 km de largura que se formou sobre 7,600-7,700 anos de radiocarbono atrás. Construção do estratovulcão Karymsky começou há cerca de 2.000 anos mais tarde. O último período eruptivo começou há cerca de 500 anos atrás, após uma quietude 2.300 anos. Grande parte do cone é mantled por fluxos de lava menos de 200 anos de idade. Erupções históricas foram Vulcanian ou Vulcanian-Strombolian com atividade explosiva moderada e fluxos de lava ocasionais da cratera. A maioria das erupções anteriores sismicidade Karymsky originou debaixo Akademia caldera Nauk, que está localizado imediatamente S de Karymsky vulcão irrompeu e simultaneamente com Karymsky em 1996.

Fontes: Kamchatkan Response Team Volcanic Eruption (KVERT), Tóquio Volcanic Ash Advisory Center (VAAC)

Karymsky Informação do Programa Global de Vulcanismo

Kilauea Havaí (EUA) 19,421 ° N, 155,287 ° W; cúpula elev. 1222 m

HVO relatou que dois lagos de lava no Kilauea eram ativos durante julho 27 - agosto 2. O nível da cúpula de lava lago flutuou no fundo da vazão de 150 m de diâmetro, inserida dentro da parede E de Halema'uma'u Crater e circulou com vários padrões. Medições periódicas indicaram que a pluma de gás do respiradouro continuou a depositar quantidades variáveis ​​de cinzas e respingos ocasionalmente fresco nas proximidades.

Lava do Nui Puka e poços MLK, crateras menores para a W das principais Pu'u 'O'o cratera, continuou a transbordar para o SW, produzindo um tubo de alimentação do fluxo pahoehoe que tinham avançado cerca de 700 m da Nui Puka aro durante 25-30 julho. Lava a partir da base da cratera NE encheu um vale entre a parede da cratera eo lago de lava empoleirado. Soerguimento do fundo da cratera lago de lava e continuou até 30 de julho, quando um fluxo de lava começou a fuga ao longo da base da cratera do S parede e do lago aos poucos diminuindo. Subsidência continuou no dia seguinte, mas mudou para a inflação em 1 de Agosto. A taxa de emissão de dióxido de enxofre preliminar de todas as fontes zona leste rift foi calculado em 1.700, 1.000 e 800 toneladas / dia nos dias 29 e 30 de julho e 01 de agosto, respectivamente.

Resumo geológico. Kilauea, um dos cinco vulcões coalescentes que compõem a ilha do Havaí, é um dos vulcões mais ativos do mundo. Erupções na Kilauea originam principalmente da caldeira cúpula ou junto a um dos longas E e zonas rift SW que se estendem desde a caldeira para o mar. Cerca de 90% da superfície do Kilauea é formada por fluxos de lava menos de cerca de 1.100 anos de idade; 70% da superfície do vulcão tem menos de 600 anos. Uma erupção de longo prazo da zona de rift do leste que começou em 1983 produziu fluxos de lava, cobrindo mais de 100 km quadrados, destruindo cerca de 200 casas e acrescentando novos costa da ilha.

Fonte: Serviço Geológico dos EUA Hawaiian Volcano Observatory (SAV)

Kilauea Informação do Programa Global de Vulcanismo

KIZIMEN Oriental Kamchatka (Rússia) 55,130 ° N, 160,32 ° E; cúpula elev. 2376 m

KVERT informou que fotos tiradas de Kizimen em 20 de julho mostrou que o fluxo de lava no flanco E, que começou em janeiro, manteve-se ativa. Durante 22-29 julho sismicidade foi acima dos níveis de fundo e tremor vulcânico fracos continuaram a ser detectado. Imagens de satélite mostraram uma anomalia térmica brilhante no vulcão toda a semana e dados sísmicos indicaram que as plumas de cinzas possível subiu a uma altitude de 3 km (10.000 pés) de altitude Sismólogos na área observado o fluxo de lava ativo no flanco E. O Código de Cores de Aviação permaneceu em Orange.

Resumo geológico. Kizimen é um estratovulcão, isolado cônica que é morfologicamente semelhante ao Monte St. Helens antes de sua erupção de 1980. A cúpula da Kizimen consiste de sobreposição domos de lava e fluxos de lava blocos descem os flancos do vulcão, que é o mais ocidental de um norte cadeia vulcânica do vulcão Kronotsky. O Kizimen 2.376 m de altura foi formado durante quatro ciclos eruptivos início cerca de 12.000 anos atrás e duradoura 2,000-3,500 anos. A maior erupção aconteceu há cerca de 10.000 e 8.300-8.400 anos atrás, e três períodos de crescimento lava dome-longo prazo ter ocorrido. O mais recente ciclo eruptivo começou há cerca de 3.000 anos atrás, com uma grande explosão e foi seguido por lava cúpula crescimento duradouro intermitentemente cerca de 1.000 anos. Uma erupção explosiva cerca de 1.100 anos atrás, produziu uma explosão lateral e criou uma cratera de 1,0 x 0,7 km de largura violado ao NE, dentro do qual uma cúpula de lava pequeno (o quarto em Kizimen) tem crescido. A erupção explosiva única, durante 1927-28, foi gravado no tempo histórico.

Fonte: Volcanic Eruption Response Team Kamchatkan (KVERT)

Kizimen Informação do Programa Global de Vulcanismo

Puyehue-CORDON CAULLE Central Chile 40,590 ° S, 72,117 ° W; cúpula elev. 2236 m

Durante julho 25 - agosto 1, OVDAS-SERNAGEOMIN informou que a erupção da zona de rift Cordón Caulle, parte do Puyehue-Cordón Caulle vulcânica complexo, contínuo e sismicidade indicaram que o fluxo de lava permaneceu ativo. Cobertura de nuvens impediu observações feitas por uma câmera de vídeo em 25 de julho, embora as imagens de satélite detectou uma pluma que drifted 200 km SE. Em 26 de Julho a câmera gravou uma pluma que subiu 2 km acima da cratera e incandescente até 500 m acima da cratera foi observado durante a noite. Imagens de satélite mostraram uma pluma flutuando 100 km SE. Cobertura de nuvens impediu novamente observações câmera durante 27-28 julho, mas em 28 de Julho uma pluma de 150 km de comprimento foi observada em imagens de satélite à deriva SE. Durante 29-31 plumas julho subiu 2-5 km acima da cratera e imagens de satélite mostraram plumas drifting 80-400 km SW, N e NE. Incandescência foi observada até 300 m acima da cratera à noite, durante 29-30 julho. Cobertura de nuvens impediu observações em 1 de Agosto. O nível de alerta manteve-se em vermelho.

Resumo geológico. O Puyehue-Cordón Caulle vulcânica complexos (PCCVC) é um grande NW-SE-trending late-Pleistoceno a Holoceno basáltica-to-rhyolitic transversal vulcânicas SE cadeia de Lago Ranco. A 1799 m de altura Pleistoceno Cordillera caldera Nevada encontra-se no final NW, separado de Puyehue estratovulcão no final SE pelo complexo Cordón fissura Caulle. O vulcão Mencheca Pleistoceno com cones flanco Holoceno mentiras NE de Puyehue. O basalto-to-rhyolitic vulcão Puyehue é o mais diversificado do geoquimicamente PCCVC. A de topo achatado, 2236 m de altura vulcão Puyehue foi construído acima de uma caldeira de 5 km de largura e é tampado por uma caldeira cúpula de 2,4 km de largura de idade Holoceno. Fluxos de lava e domos de composição principalmente rhyolitic encontram-se no flanco leste de Puyehue. Erupções históricas originalmente atribuída a Puyehue, incluindo grandes erupções em 1921-22 e 1960, agora são conhecidos por serem da zona de rift Cordón Caulle. O Cordón área Caulle geotérmica, ocupando a 6 x 13 km depressão vulcano-tectônicos de largura, é a maior área ativa geotérmica da zona sul vulcânica dos Andes.

Fonte: Serviço Nacional de Geologia y Minería (SERNAGEOMIN)

Puyehue-Cordón Caulle Informação do Programa Global de Vulcanismo

SAKURA-JIMA Kyushu 31,585 ° N, ° E 130,657; cúpula elev. 1117 m

Baseado em informações da JMA, o VAAC Tokyo relatou que durante 27 plumas de julho a 02 de agosto de Sakura-jima subiu para altitudes de 1,8-3 km (6.000-10.000 pés) de altitude Durante 28-30 julho e 01 de agosto, os pilotos observaram nuvens de cinzas que subiram a altitudes de 2,1-3 km (7,000-10,000 ft) de altitude Plumas ocasionalmente drifted SW, S, SE e W.

Resumo geológico. Sakura-jima, um dos vulcões mais ativos do Japão, é um cone pós-caldeira da caldeira Aira na metade norte da Baía de Kagoshima. Erupção do fluxo piroclástico Ito volumoso foi associada com a formação do x 17 23 km de largura Aira caldera cerca de 22.000 anos atrás. A construção de Sakura-jima começou há cerca de 13.000 anos atrás e construiu uma ilha que foi finalmente juntou-se à Península Osumi durante a grande erupção explosiva e efusiva de 1914. Atividade no cone cúpula Kita-dake terminou cerca de 4850 anos atrás, após o que as erupções ocorreram em Minami-dake. Freqüentes erupções históricas, registradas desde o século 8, tenham depositado cinzas em Kagoshima, uma das maiores cidades de Kyushu, localizada em Kagoshima Bay apenas 8 km do cume. A maior erupção histórica ocorreu durante 1471-1476.

Fonte: Tokyo Volcanic Ash Advisory Center (VAAC)

Sakura-jima de Informação do Programa Global de Vulcanismo

SHIVELUCH Central Kamchatka (Rússia) 56,653 ° N, ° E 161,360; cúpula elev. 3283 m

KVERT relatou que a atividade sísmica no Shiveluch foi moderado durante 22-29 julho e indicou que as plumas de cinzas possível subiu a uma altitude de 4,7 km (15.400 pés) de altitude durante 23 e 25-27 julho. Imagens de satélite mostraram uma anomalia térmica na cúpula de lava em 22 de Julho; cobertura de nuvens impediu observações em outros dias. Baseados em terra observadores notaram atividade fumarólicos em 24 de Julho. O Código de Cores de Aviação permaneceu em Orange.

Baseado em informações da KEMSD, o VAAC Tokyo relatou que em 01 de agosto uma erupção produziu uma pluma que subiu a uma altitude de 7 km (23.000 pés) de altitude e drifted E. Ash foi vista em imagens de satélite subseqüentes no mesmo dia.

Resumo geológico. A alta, maciço isolado do vulcão Shiveluch (também escrito Sheveluch) se eleva acima do NNE planícies do grupo vulcão Kliuchevskaya e constitui um dos vulcões maiores e mais ativas de Kamchatka. O ativo Molodoy Shiveluch complexo de lava-dome foi construído durante o Holoceno dentro de uma grande caldeira violado formado pelo colapso do late-Pleistoceno Strary enorme vulcão Shiveluch. Pelo menos 60 grandes erupções do Shiveluch ter ocorrido durante o Holoceno, tornando-se o vulcão mais vigorosa andesítica do arco-Kuril Kamchatka. Colapsos freqüentes de lava dome-complexos, mais recentemente, em 1964, produziram grandes avalanches de detritos cujos depósitos cobrem grande parte do piso da caldeira violado. Intermitentes erupções explosivas começou na década de 1990 a partir de uma cúpula de lava nova que começou a crescer em 1980. Os maiores erupções históricas da Shiveluch ocorreu em 1854 e 1964.

Fontes: Kamchatkan Response Team Volcanic Eruption (KVERT), Tóquio Volcanic Ash Advisory Center (VAAC)

Shiveluch Informação do Programa Global de Vulcanismo

Relatórios de adicional de atividade vulcânica por País

Os seguintes sites tem atualizado com freqüência relatórios de atividades de vulcões, além dos que atendem aos critérios para inclusão no relatório de actividade vulcânica Weekly. Os sites são organizados por país e são mantidos por várias agências.

Equador, Indonésia, Japão, Nova Zelândia, Estados Unidos e Rússia

Sally Kuhn Sennert - Editor Relatório Semanal
URL: http://www.volcano.si.edu/reports/usgs/

http://www.volcano.si.edu/reports/usgs/index.cfm
http://earthquake-report.com/2011/08/04/active-volcanoes-in-the-world-from-27072011-to-02082011/?lang=pt

A maior força da natureza, os vulcões mostram de que são capasses de fazerem. Todos os vulcões do mundo podem entrarem em atividade em 2012.

Fim do Mundo e o falso 21/12/2012

O Fim do mundo


O mistério do fim do mundo é uma das maiores forças de inspiração das religiões e de fanatismo para as Seitas. Na maioria dos casos, é só uma metáfora para a idéia de renovação, de começo de um novo ciclo. Desde sempre, místicos, teólogos e profetas de todas as crenças têm debatido como o mundo vai terminar. Há uma certa obsessão com o tema. Afinal, uma história que não acaba fica sem um acerto de contas. Como então as autoridades lá de cima vão separar os bons e os maus, os justos dos canalhas, o joio do trigo? Para as religiões, o fim do mundo é uma peça importante do quebra-cabeça. A tradição judaica claramente se debruçou um bocado sobre esse problema, motivada, sobretudo pelas circunstâncias. Quando os persas (ou macedônios, babilônios, ou romanos, ou… coloquei aqui o opressor da vez) pagarão por seus crimes contra o povo de Israel? Dá-lhes Juízo Final. No Antigo Testamento, o Livro de Daniel, escrito no século 2 a.C., dá o tom: ele prevê a vindo do Messias, destinado a libertar os judeus do jugo de seus opressores e iniciar uma era de paz interminável. O fim do mundo, aqui, é algo bom: um novo começo. O cristianismo é uma continuação direta da tradição judaica, com uma importante modificação: o Messias já deu uma passada pela Terra para formar um novo pacto entre Deus e os homens (basicamente zerar a conta da humanidade e redimi-la de seus pecados), mas deve voltar numa futura oportunidade para libertar os cristãos, derrotar o Anticristo e seus aliados e, por fim, iniciar uma era de paz interminável. É a mesma lógica: quando o Apóstolo João escreveu seu Apocalipse, anunciado por trombetas celestiais, no século 1, os cristãos estavam sendo perseguidos e mortos pelo Império Romano. Assim como, quando o Livro de Daniel foi escrito, os judeus estavam sob o jugo dos babilônios.


O fim do mundo como danação para os maus e redenção para os bons também acontece na religião mulçumana, nascida no mesmo caldo, no Oriente Médio. Mas nem judeus, nem muçulmanos, nem cristãos estavam sendo particularmente criativos. Zoroastro, por exemplo, já pregava a vinda de um profeta, Shaosyant, que ressuscitaria os mortos de sua cova e os levaria a um julgamento. No zoroastrismo, firmado em algum ponto entre os séculos 10 e 5 a.C., quando a hora chegar , um anjo de fogo derreterá as montanhas e o mundo será coberto por um oceano de lava. Os vivos e os mortos então terão de atravessá-lo descalços. Para os bons, será como caminhar sobre leite. Para os maus, não. Versões alternativas mesmo são mais comuns entre religiões mais antigas. Para o hinduismo, por exemplo, que tem mais de 3 mil anos, a questão não é tanto o bem e o mal, mas a natureza do Universo. Ele será cíclico, passando por fases de atividade e de repouso, e diversos deuses hindus parecem ter sua função específica na trama. Brahma, o maior deles, é o Criador. Cada dia na vida dele dura 4 bilhões de anos dos nossos período que apresenta um ciclo na história do Universo, ou Kalpa. Os maias, badalados por causa de 2012, tinham essa mesma pegada cíclica. A data tão mencionada, 21/12/2012, marca o final de um ciclo num de seus calendários (eles usavam quatro calendários diferentes, dependendo da escala de tempo). Esse que ficou famoso começa em 11 de agosto de 3114 a.C. e termina depois de 1 milhão e 872 mil dias (5 125, 37 anos). Ou seja, precisamente em 21/12/2012. Mas não existe uma idéia de “fim do mundo” ali. É só o fim de um ciclo mesmo, para o começo de outro (1).


O ANO 1000


“Quando a data fatal se aproximou, as populações se amontoaram nas basílicas, nas capelas, em todos os edifícios consagrados a Deus, e esperam dominadas pela angústia, que as sete trombetas dos sete anjos do Juízo Final ressoassem do alto do céu.” Foi assim que o historiador francês Henri Martin (1810-1883) apresentou ao século XIX uma humanidade aterrorizada com a aproximação do milênio.
Martin não foi nem o primeiro nem o único a escrever sobre o tema. Ele se baseou em uma tradição que remonta ao século XVI, quando o cardeal italiano César Barônio criou a narrativa-modelo sobre os terrores do ano 1000. Ele se apoiou em algumas menções isoladas a catástrofes ocorridas na virada do milênio presentes em obras de historiadores que escreveram quase um século depois dos acontecimentos, como Sigeberto de Gembloux (c.1035-1112).
Segundo Barônio, por volta do ano 1000 uma série de prodígios e maus hábitos levou a cresça no retorno do anticristo, o que teria aterrorizado o povo e mantido céticos os clérigos.
Esporadicamente retomada nos séculos XVII e XVIII, a idéia triunfou com os historiadores românticos entre 1830 e 1870. O próprio Henri Martin e seus contemporâneos, como o também francês Jules Michelet (1798 – 1874), dedicaram páginas magníficas à descrição das calamidades que se acumulavam. Segundo essa narrativa, o papa Silvestre II (c. 950-1003) e o sacro imperador romano-gemânico Oto III (980-1002), teriam rezado com a multidão durante toda a noite que marcou a passagem para o ano terrível, consumidos pela dúvida de se veriam ou não nascer uma nova aurora.
No entanto, a partir de 1875 historiadores católicos, como Dom Plaine, ou positivistas, como Ferdinand Lot, começaram a questionar o mito dos terrores do ano 1000 com base em um argumento de peso: a ausência de fontes. Nenhum texto contemporâneo da virada do milênio menciona ondas de medo na época.
No século XX, a idéia de uma virada de milênio turbulenta foi retomada pelo historiador francês Georges Duby (1919-1996), mas de uma perspectiva diferente.
Em 1967, Duby publicou o ano 1000, livro em que afirma que por volta dessa data surgiu uma inquietude coletiva difusa na Europa. Segundo ele, a causa dessa agitação não teria sido religiosa, mas sim econômica e política: tratava-se de uma reação da população ao inicio do feudalismo. Para dar uma resposta à insatisfação popular, os clérigos teriam então feito apelos à penitência e à paz de Deus.
TEXTOS DE ÉPOCA

        Foram essas menções genéricas ao “fim dos tempos”, sobram três textos que tratam especificamente de questão do ano 1000: a Apologética, do monge Abbon de Fleury (c. 945-1004), escrita por volta de 995 e endereçada aos reis Hugo e Roberto, o Piedoso, da França; o Libellus de Antechristo, redigido pelo monge Adson de Montier-em-Der (c. 920-992) por volta de 954 a pedido de Gerberga, esposa do rei Luís IV da França; e as Histórias, do monge Raul Glaber (c. 980-1047), escritas entre 1031 e 1042.
A Apologética, de Abbon de Fleury, é um texto no qual o autor contesta dois erros teológicos que circulavam na França nas décadas de 960 e 970: nessa época, um pregador afirmou em Paris que o anticristo chegaria logo que se completassem os mil anos e que pouco tempo depois viria o Juízo Final. Outro disse que o dia em que a Anunciação (25 de março) coincidisse com a Sexta-Feira Santa marcaria o fim dos tempos. Para refutar o primeiro, Abbon apelou para uma interpretação clássica da Bíblia feita por Santo Agostinho. Para rebater os argumentos do segundo, não teve nenhuma dificuldade em provar que a coincidência era bastante freqüente, mas não se daria nem no ano 1000 nem em 1033.
Em seu texto, Abbon não faz nenhuma referência a eventuais reações dos fiéis diante do suposto fim dos tempos. Para ele, aquele era um problema técnico relacionado a uma interpretação teologicamente correta do Livro do Apocalipse (capítulo 20, versículos 7 e 8).
O Libellus de Antechristo, de Adson de Montier-em-Der, é uma resposta a uma consulta feita pela rainha carolíngia Gerberga, que ouviu fala do fim dos tempos na época em que o poder de sua dinastia era ameaçado pela revolta de Hugo Capeto na França. Adson deu uma resposta otimista e muito política. Segundo ele, os reis francos manteriam o Império Romano até que um deles, no fim dos tempos, em um futuro muito distante, deporia sua coroa no monte das Oliveiras, provocando assim a volta do Cristo. Enquanto existisse um rei franco ou um imperador, o mundo sobreviveria. Assim, o texto dificilmente poderia ser considerado uma prova dos terrores do ano 1000.
A análise de suas Histórias indica, portanto, que Raul Glaber inventou o ano 1000 na medida em que estruturou sua narrativa em torno do milênio, fascinado como era pelos números e por seu valor simbólico. Se o cristão devia se submeter a Cristo, o próprio mundo devia viver no ritmo do Senhor e marcar os aniversários de sua Encarnação e de sua Paixão. O ano 1000 era para ele uma data unificadora da história da humanidade, mas ele não tinha medo disso. Apenas decifrava os sinais de Deus como em qualquer ano desde o início até o fim dos tempos.

ENVENTOS QUE MARCARAM A VIRADA DO MILÊNIO

27 de novembro, 999
Papa Urbano II
convoca os cristãos para a Primeira Cruzada durante o Concílio de Clermont.
1023 – 1025
Hereges ardem nas fogueiras em varias partes da França.

1084
São Bruno funda o mosteiro da Grande Cartuxa, sede da Ordem dos Cartuxos.

1004
Seca excepcional seguida de chuvas e inundações.
Uma terrível fome assola a França entre 1005 a 1006

1032 – 1033
A fome provoca casos de antropofagia registrados pelos cronistas.

21/03/1098
Fundação da Ordem de Cister por São Roberto de Molesme, Santo Alberico e Santo Estêvão.
1043
Início de uma epidemia de “mal dos ardentes!” Que se espalha pela França.


O FALSO FIM DE: 21/12/2012

       Assim como aconteceu por volta do ano 1000, a chegada do terceiro milênio foi acompanhada pela proliferação de profecias escatológicas. Agora, porém, os supostos presságios de cataclismo não vêm da tradição cristã, mas de uma antiga civilização que surgiu em meio às florestas tropicais da América Central e viveu seu período de apogeu entre os séculos II e IX: os maias.
Para esse povo, o ano de 2012 marca o fim de um ciclo de 5.125,36 anos de seu calendário. Segundo a tradição maia, ao fim de cada ciclo a humanidade entra em uma nova era.
O sistema de Conta Longa do calendário maia foi utilizado por séculos, até desaparecer após a decadência dos centros de poder do Período Clássico, no século IX. No entanto, cerca de mil anos mais tarde os boatos da existência de uma civilização perdida nas florestas do sul do México despertaram o interesse de exploradores modernos como o mexicano Antonio del Río, o francês Jean-Frédéric Maximilien de Waldeck, o americano John Lloyd Stephens e o inglês Frederick Catherwood. Entre as décadas de 1820 e 1840 eles localizaram as primeiras ruínas de cidades maias e, com elas, os vestígios dos sistemas de escrita e de calendário dessa civilização.
Inspirado por essas descobertas, na década de 1880 o pesquisador inglês Alfred Maudslay fotografou os glifos gravados nas ruínas localizadas até então. Ao analisar essas imagens, o americano Joseph Goodman identificou o funcionamento do calendário maia. Na mesma época, o alemão Ernst Förstemann chegava a conclusões semelhantes ao estudar textos maias reunidos no Códice de Dresden.
Em 1905, Goodman apresentou um modelo de correlação entre as datas da Conta Longa do calendário maia e as do calendário gregoriano. Sua teoria foi complementada pelo antropólogo mexicano Martinez Hernández e pelo arqueólogo inglês J. Eric S. Thompson na década de 1920. O trabalho combinado dos três deu origem à formula usada atualmente para converter as datas da Conta Longa do calendário maia para o calendário gregoriano.
Ao analisar essas datas à luz da cosmologia maia, os pesquisadores chegaram a uma constatação: para esse povo, a história do mundo se dividia em eras de 5.125,36 anos, e cada vez que um desses ciclos terminava nosso planeta passava por um período de intensa renovação, quando começava uma nova etapa para a humanidade.
Como a Conta Longa do calendário maia era extremamente precisa e informava que a era atual havia começado em 11 de agosto de 3114 a.C., o arqueólogo americano Michael  Coe calculou que o atual ciclo terminaria em 24 de dezembro de 2011. Coe publicou essa data final em seu livro Os maias, de 1966, mas pesquisas posteriores demonstraram que a conta estava errada. O equívoco foi corrigido nas edições seguintes da obra, e hoje a data mais aceita para o fim do ciclo é 21 de dezembro de 2012.
Por causa dessas teorias absurdas, sem nenhuma ligação com o antigo pensamento maia, o estudo do significado de 2012 para essa civilização foi praticamente descartado pelos pesquisadores acadêmicos. Muitos especialistas afirmam que os maias nunca fizeram nenhuma menção e 2012 e que tudo não passaria de uma grande invenção moderna (2).
                                  CONCLUSÃO
O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição “A Sociedade e o Tempo Maia” inaugurada recentemente no Museu do Ouro de Bogotá. O arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH) e um dos curadores da mostra, Orlando Casares, explicou à Agência Efe que a base da medição do tempo dessa antiga cultura era a observação dos astros. Eles se baseavam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do Sol, da Lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um fim. “Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica”, explicou Casares, que esclareceu: “A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir”.
Como cristãos católicos seguimos os ensinamentos da Santa Igreja Católica para uma certeza da esperança bendita ao lado de Cristo. Nada pode enganar ou amedrontar católico que é fiel às doutrinas ensinadas pelo Magistério da Igreja Católica. Com Cristo, o seu Santo Evangelho e a Igreja o católico tem sua vida firme e inabalável diante de qualquer heresia velha ou nova.

Pe. Inácio José do Vale
Pesquisador de Seitas
Professor de História da Igreja
Especialista em Ciência Social de Religião
E-mail: pe.inacio.jose@gmail.com
Notas:
(1)   Superinteressante, Dezembro de 2011, pp. 68 e 69.
(2)   História Viva; n° 99, pp. 29-32 e 46.
Matéria estraída de:http://catolicosnarede.wordpress.com/2012/02/15/o-fim-do-mundo/

2060 será o Fim, segundo Newton

O Fim do mundo  será em 2060, segundo Newton.

BY THIAGO ON 3 DE JANEIRO DE 2013 IN CURIOSIDADESNOTICIAS


Uma exposição que acontece em Jerusalém chamada “O segredo de Newton” mostra documentos inéditos. Isaac Newton, o físico que descobriu a lei da gravidade previu que o mundo não iria acabar em 2012 e que o apocalipse só iria acontecer em 2060.

Um dos manuscritos de Newton
A exposição mostra documentos sobre o trabalho e as investigações de Newton, que viveu entre 1642 e 1727. Newton estudou as profecias apocalíptcas escritas na antiguidade, além de fisica e alquimia.
“Newton se esforçou para decifrar o que ele considerava conhecimentos secretos, conhecimentos codificados nas escrituras sagradas de culturas antigas e de outros arquivos históricos”, diz a filósofa Yamima Ben Menahem. Entre os manuscritos do físico, há um no qual ele tenta calcular o fim do mundo segundo o livro do profeta Daniel, no Antigo Testamento, e chega à conclusão de que ele acontecerá no ano 2060. Cuidadoso, o físico escreveu que não era possível ter 100% de certeza a esse respeito. “Pode acontecer mais tarde, mas não vejo motivo para que aconteça mais cedo” com base no livro de Daniel, afirma Newton.

Isaac Newton
“Newton abordou esses estudos com a mesma meticulosidade demonstrada em seu trabalho como cientista”, diz Menahem. “Os tesouros dessa mostra nos convidam a repensar dicotomias tradicionais como antiguidade e modernidade, ciência e religião, racionalidade e irracionalidade.”

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imagens fonte:jsomokovitz.blogspot.com.br
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