Saúde

10 alimentos bons para a nossa saúde mental

Todo tipo de alimento já foi associado a algum benefício. Há várias dietas para prevenir milhares de condições – ou então para melhorar algum atributo – por exemplo, há quem coma peixe para ficar mais inteligente, por causa do ômega-3.
Embora não exista tratamento atual que comprovadamente cure a doença de Alzheimer ou a demência, estudos dizem que existem alimentos que desempenham um papel positivo na saúde mental em geral. Quer experimentar uma dieta para um cérebro saudável? Confira a lista abaixo.
1) AMORAS


Todo mundo sabe que quanto mais velho ficamos, mais difícil fica aprendermos coisas novas. E por quê? Para processar novas informações, as células do nosso cérebro precisam “conversar” umas com as outras. Quanto mais velhas elas ficam, mais inflamam e mais difícil fica para elas se comunicarem. A solução? As maravilhosas amoras possuem potentes antioxidantes conhecidos como polifenóis que diminuem essa inflamação e incentivam a comunicação entre os neurônios, melhorando a nossa capacidade de absorver novas informações.
2) CAFÉ


Alguns pesquisadores acreditam que a cafeína e os antioxidantes do café são protetores. Um estudo finlandês com mais de 1.400 consumidores de café revelou que as pessoas que bebiam entre três e cinco xícaras de café por dia (com idade entre 40 e 50 anos) tinham 65% menos chance de desenvolver mal de Alzheimer em comparação com os que tomam menos de duas xícaras por dia. Vamos fazer um cafezinho?
3) MAÇÃS


As maçãs são a fonte principal de quercetina, um químico de plantas antioxidantes que mantém os fluidos mentais protegendo as células do cérebro. A quercetina também defende as células do cérebro de atentados de radicais livres que podem danificar o revestimento exterior dos neurônios e, eventualmente, levar ao declínio cognitivo. Se quiser aproveitar bem, coma as maçãs com casca, local onde se encontra a maioria da quercetina.
4) CHOCOLATE


Em 2009, um estudo descobriu que comer pouco menos de 10 gramas de chocolate por dia ajuda a proteger contra perda de memória relacionada à idade. O crédito vai para os polifenóis do cacau, que aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro.
5) CANELA


Um dos sintomas do mal de Alzheimer são as placas beta-amilóides, bem como o “emaranhado” no cérebro causado por proteínas que podem matar células do cérebro. Agora, pesquisas recentes da Universidade da Califórnia revelam que dois compostos da canela – proantocianidinas e cinamaldeído – podem inativar estas proteínas. A pesquisa ainda está no começo, mas se não ajudar, uma pitada de canela também não vai fazer mal nenhum a ninguém.
6) ESPINAFRE


As folhas verdes do espinafre possuem nutrientes como folato, vitamina E e vitamina K, que impedem a demência. Um estudo de 2006 revelou que comer três porções de folhas verdes, vegetais amarelos e/ou crucíferos por dia pode atrasar o declínio cognitivo em 40%. Desses três itens, as folhas verdes são as que mais protegem. Tente regar seu espinafre com um pouco de azeite. Sua gorduras saudáveis aumentam a absorção das vitaminas lipossolúveis E e K.
7) AZEITE EXTRA VIRGEM


Já ouviu falar em ADDLs? Elas são proteínas induzidas pela doença de Alzheimer que são tóxicas para o cérebro. Nos estágios iniciais da doença, elas “grudam” nas células do cérebro, tornando-as incapazes de se comunicarem umas com as outras e, eventualmente, levando à perda de memória. O azeite extra virgem pode ser um inimigo potente contra ADDLs, pois é rico em oleocanthal, um composto que desativa as perigosas proteínas.
8 ) SALMÃO


O salmão é uma grande fonte de DHA, uma gordura ômega-3 predominante no cérebro, que os pesquisadores acreditam que protege contra a doença de Alzheimer. É também a fonte número um na natureza para obter vitamina D, um nutriente que protege contra o declínio cognitivo. Um estudo de 2010 revelou que os idosos que têm deficiência de vitamina D são 40% mais propensos a sofrer de perda de memória relacionada à idade. Melhor comer um salmão, não?
9) CARIL OU CURRY


A cúrcuma, uma prima do gengibre, é uma das principais especiarias do caril (ou curry). A cúrcuma é especialmente rica em curcumina, um composto que inibe a doença de Alzheimer. Ele não só bloqueia a formação de placas de amilóide beta, como também impede a inflamação dos neurônios e reduz o colesterol que entope as artérias (o que poderia reduzir o fluxo sanguíneo para o cérebro).
10) SUCO DE UVA CONCÓRDIA


Os mesmos polifenóis saudáveis para o coração no vinho tinto e no suco de uva, especialmente na variedade feita a partir de uvas vermelhas e roxas do tipo concórdia, podem também proteger seu cérebro. Pesquisadores descobriram que idosos com declínio de memória que beberam suco de uva diariamente melhoraram significativamente sua memória espacial e sua habilidade de aprendizagem verbal. Os pesquisadores acreditam que, como as amoras, os polifenóis do suco de uva melhoram a comunicação entre as células cerebrais. [CNN]

http://hypescience.com/10-alimentos-bons-para-a-nossa-saude-mental/

7 bons motivos para tomar café



Se você adora café, vai gostar dessa lista. Se você não gosta (ou simplesmente não toma, por alguma outra razão), talvez mude de ideia em relação a uma das bebidas mais consumidas do mundo. Confira:
7. Café pode deixar você mais inteligente
Muita gente leva algum tempo para “pegar no tranco” logo depois de acordar, e a cafeína (ingrediente ativo do café) pode ajudar no processo: ela bloqueia os efeitos inibitórios do neurotransmissor adenosina e, com isso, aumenta a atividade dos neurônios e a liberação de outros neurotransmissores, como a dopamina (importante para a transmissão de impulsos nervosos) e a noradrenalina (que pode elevar sua capacidade de atenção).
Diversos estudos mostram que a cafeína pode melhorar o humor, diminuir o tempo de reação, melhorar a memória e as funções cognitivas em geral.
6. Café pode ajudar você a queimar gordura
Outro efeito da cafeína é a aceleração do metabolismo e a elevação do uso de ácidos graxos presentes nos tecidos gordurosos. Além disso, como é uma substância estimulante, pode melhorar a performance da pessoa em exercícios físicos.


5. Café pode reduzir seu risco de desenvolver diabetes tipo 2
Esse tipo de diabetes afeta cerca de 300 milhões de pessoas no mundo e faz com que o doente tenha níveis elevados de glicose no sangue, o que pode levar a uma série de complicações.
Em diversos estudos de observação, pesquisadores concluíram que o consumo habitual de café pode reduzir as chances de se desenvolver diabetes tipo 2 (a redução vai de 23% a 67%, de acordo com as pesquisas).
Um estudo em particular, publicado no periódico JAMA International Medicine, avaliou dados de outros 18 (totalizando 457.922 participantes) e concluiu que cada xícara de café consumida diariamente reduzia em 7% o risco de se desenvolver esse tipo de diabetes.
4. Café pode reduzir suas chances de desenvolver doença de Alzheimer e de Parkinson
Diversas pesquisas mostram que o consumo diário de café (a depender da quantidade e de outros fatores, naturalmente) pode diminuir em 60% as chances de se desenvolver doença de Alzheimer e de 32% a 60% as chances de se desenvolver doença de Parkinson.
3. Café pode ajudar a preservar seu fígado
Essa é para os bebedores de plantão: tomar quatro xícaras de café por dia pode reduzir em 80% suas chances de desenvolver cirrose hepática (estágio em que grande parte do tecido do fígado está comprometida, normalmente devido a consumo excessivo e constante de álcool). O café também pode reduzir em 40% as chances de se desenvolver câncer no fígado.
2. Café pode diminuir suas chances de morrer
Ao reduzir as chances de desenvolver diabetes tipo 2 e outras doenças mencionadas acima, a bebida pode aumentar sua expectativa de vida.
1. Café possui nutrientes importantes
Pode não parecer, mas uma xícara de café contém, em média:
  • 6% do valor diário recomendado (VDR) de Vitamina B5;
  • 11% do VDR de Vitamina B2;
  • 2% do VDR de Vitamina B3 e Vitamina B1;
  • 3% do VDR de Potássio e Manganês;
  • Quantidade considerável de antioxidantes (que ajudam a preservar suas células).


    Pode parecer pouco, mas se você toma duas ou mais xícaras por dia…
    Evidentemente, essa lista de benefícios não é uma desculpa para exagerar no consumo de café (mais de 4 xícaras por dia), o que pode trazer complicações à sua saúde.[PopSci]

    http://hypescience.com/7-bons-motivos-para-tomar-cafe/

    Estudo identifica mutações que dão origem a câncer

    Pesquisa pode ajudar a desenvolver novos tratamentos contra o câncer
    Cientistas anunciaram o que dizem ser um novo marco na pesquisa do câncer, após identificarem 21 mutações que estariam por trás da maioria dos tumores.
    O estudo, que foi divulgado na revista Nature, afirma que estas modificações do código genético são responsáveis por 97% dos 30 tipos mais comuns de câncer.
    Descobrir o que causa as mutações pode levar à criação de novos tratamentos.
    Algumas dessas causas, como o hábito de fumar, já são conhecidas, mas mais da metade delas ainda são um mistério.
    Durante o período de uma vida, células desenvolvem uma série de mutações que podem vir a transformá-las em tumores letais que crescem incontrolavelmente.
    Origens do câncer
    A equipe internacional de pesquisadores estava procurando as causas das mutações como parte da maior análise já feita sobre o genoma do câncer.
    As causas mais conhecidas de mudanças no DNA, como a superexposição aos raios UV e o hábito de fumar, aumentam as chances de desenvolver a doença.
    Mas cada uma delas deixa também uma marca única ─ um a espécie de assiantura ─ que mostra se foi o fumo ou a radiação UV, por exemplo, o responsável pela mutação.
    Os pesquisadores, liderados pelo Instituto Sanger, do Reino Unido, procuraram por mais exemplos destas "assinaturas" em 7.042 amostras tiradas dos 30 tipos mais comuns de câncer.
    Eles descobriram que 21 marcas diferentes eram responsáveis por 97% das mutações que causavam os tumores.
    "Estou muito animado. Esses padrões, essas assinaturas, estão escondidos no genoma do câncer e nos dizem o que está realmente causando o câncer em primeiro lugar ─ é uma compreensão muito importante", disse Sir Mike Stratton, diretor do Instituto Sanger, à BBC.
    "É uma conquista significativa para a pesquisa sobre câncer, é bastante profundo. Está nos levando a áreas do desconhecido que não sabíamos que existiam. Acho que este é um grande marco."
    Mistérios
    "É uma conquista significativa para a pesquisa sobre câncer, é bastante profundo. Está nos levando a áreas do desconhecido que não sabíamos que existiam."
    Sir Mike Stratton, diretor do Instituto Sanger
    Outras marcas encontradas no genoma do câncer estavam relacionadas com o processo de envelhecimento e com o sistema imunológico do corpo.
    As células respondem a infecções virais ativando uma classe se enzimas que modificam os vírus até que eles não funcionem mais.
    "Acreditamos que quando ela (a célula) faz isso, há efeitos colaterais ─ seu próprio genoma se modifica também e ela fica muito mais propensa a se tornar uma célula cancerígena, já que tem uma série de mutações ─ é uma espada de dois gumes", diz Stratton.
    No entanto, doze dessas marcas genéticas encontradas no genoma do câncer ainda estão sem explicação.
    Espera-se que se algumas delas puderem ser atribuídas a fatores ambientais, novas formas de prevenir a doença possam ser desenvolvidas.
    As dúvidas também podem fomentar novas pesquisas. Uma das causas desconhecidas das mutações cancerígenas acontece no neuroblastoma, um câncer em células nervosas que normalmente afeta crianças.
    "Sabemos que fatores ambientais como o fumo e a superexposição aos raios UV podem causar modificações no DNA que podem levar ao câncer, mas em muitos casos nós não sabemos o que provoca as falhas no DNA", afirmou o professor Nic Jones, da instituição britânica voltada para pesquisa do câncer Cancer Research UK.
    "As marcas genéticas encontradas nesse estudo fascinante e importante identificam muitos processos novos por trás do desenvolvimento do câncer."

    De acordo com Jones, entender o que causa esses processos pode levar a novas maneiras de prevenir e tratar a doença.


    James Gallagher        Repórter de Ciência e Saúde da BBC News
    Atualizado em  14 de agosto, 2013 - 23:20 (Brasília) 02:20 GMT

    fonte;BBC, http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130814_cancer_descoberta_jg_cc.shtml

    Pesquisa indica que uso de avatares ajuda a tratar esquizofrenia

    Os pacientes foram convidados a criar avatares das vozes em suas cabeças
    Uma pesquisa britânica indica que o uso de avatares pode ajudar no tratamento de pacientes esquizofrênicos, que escutam vozes.
    O estudo, divulgado na publicação científicaBritish Journal of Psychiatry e conduzido por uma equipe da University College London, se concentrou em pacientes que não responderam à medicação padrão usada para tratar da doença.
    Os pacientes criaram avatares, escolhendo um rosto e uma voz que combinavam com as vozes dentro de suas cabeças.
    Depois de seis sessões de terapia, quase todos os 16 pacientes que terminaram o tratamento disseram que as vozes melhoraram, e três deles disseram que as vozes pararam completamente.
    Confrontando
    O estudo, liderado pelo psiquiatra e professor emérito da University College London, Julian Leff, comparou 14 pacientes que se submeteram à terapia com avatares com 12 pacientes que receberam a medicação antipsicótica padrão e tiveram sessões ocasionais de terapia.
    Mais tarde os pacientes do segundo grupo também se submeteram à terapia com avatares.
    Leff falou com os pacientes por meio de seus avatares em sessões de terapia. Aos poucos, ele treinou os pacientes a confrontar as vozes.
    "Eu incentivo o paciente dizendo: você não pode aceitar isso, você deve dizer ao avatar que o que ele, ou ela, está dizendo é um absurdo, que você não acredita nessas coisas, e que ele, ou ela, deve ir embora, e deixá-lo em paz. Você não precisa desse tormento," disse Leff.
    "Gradualmente o avatar muda de atitude dizendo, 'tudo bem, vou te deixar em paz. Eu sei que tornei sua vida muito infeliz, como posso te ajudar?' E então começa a incentivá-los a fazer coisas que podem melhorar suas vidas," contou Leff.
    No final do tratamento, os pacientes disseram que ouviam as vozes com menos frequência e que não ficavam mais tão perturbados com elas. Os níveis de depressão e os pensamentos suicidas também diminuíram, o que é particularmente relevante em um grupo de pacientes onde um em dez tenta o suicídio.
    Alta taxa de abandono
    O fato de apenas 16 dos 26 pacientes terem completado o tratamento foi atribuído pelos pesquisadores ao medo incutido pelas vozes que os pacientes escutam, algumas das quais "ameaçaram" ou "intimidaram" os pacientes a deixar a terapia.
    Novas opções de tratamento foram aceitas por um em cada quatro pacientes com esquizofrenia que não respondem à medicação. A terapia cognitiva comportamental pode ajudá-los a lidar com as vozes, mas não costuma aliviá-las.
    Um estudo maior, com 142 pacientes, está previsto para começar no mês que vem em colaboração com o Instituto de Psiquiatria do King’s College London.
    O Professor Thomas Craig, que vai conduzir o estudo maior, disse: "A beleza da terapia com avatar é sua simplicidade e coragem. A maioria das terapias para esse tipo de doença é cara e demorada."

    "Se nós mostrarmos que este tratamento é eficaz, esperamos que ele esteja amplamente disponível no Reino Unido em apenas dois anos. A tecnologia básica usada no tratamentos está bem desenvolvida, e muitos profissionais de saúde mental já têm as habilidades terapeuticas necessárias para aplicá-lo."

    fonte;Lorna Stewart
    Reporter de saúde da BBC News
    Atualizado em  3 de junho, 2013 - 14:37 (Brasília) 17:37 GMT
    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130603_avatar_esquizofrenicos_an.shtml
    11 Razões para você tomar chá verde


    Se você beber entre duas a seis xícaras de chá verde por dia poderá emagrecer e acumular inúmeros benefícios para a sua própria saúde que, no final das contas, pode resultar em aumento significativo da sua longevidade e qualidade de vida. É uma bebida termogênica, isto é, aumenta a temperatura corporal sendo ideal para realizar a dieta do chá verde.
    Esta é, sem dúvida, a lista mais completa já compilada sobre os benefícios desta agradável bebida esverdeada, apreciada por bilhões de pessoas pelo orbe.
    PROPRIEDADES DO CHÁ VERDE

    11.NA BOCA
    O seu dentista vai negar até o fim, mas a verdade é que o chá verde parece ter efeito inibidor em bactérias que temos na boca combatendo o mau hálito, dor de garganta e cáries. O mesmo estudo mostrou que o chá verde poderia combater também vírus presentes na boca.

    10.PREVINE E PODE ‘BLOQUEAR’ O CÂNCER
    Substâncias contidas no chá verde previnem a oxidação das células e combatem os radicais livres sugerindo que ele é capaz de prevenir todos os tipos de câncer. Um estudo em ratos mostrou que o chá verde pode prevenir câncer de cólon em mais de 50% dos casos. Mas caso o tumor apareça há 80% menos chance dele ser maligno e seu crescimento também é mais limitado. Cinco ou mais xícaras de chá verde por dia podem cortar pela metade a chance de surgimento de câncer de próstata avançado. Extrato de chá verde também mostrou que pode aumentar a quantidade de enzimas que combatem as células cancerosas. O chá verde pode ajudar em muitos tratamentos contra o câncer e também previne câncer de estômago. O risco de mortalidade é menor para mulheres com câncer de mama que consomem os antioxidantes do chá verde. Compostos existentes no chá também se mostraram eficientes contra câncer de pâncreas, de esôfago, pulmão, pele… 

    9.AJUDA A DORMIR MELHOR
    Um estudo mostrou que o chá verde pode neutralizar os efeitos neurológicos negativos da apnéia. Ela está ligada ao surgimento de várias outras doenças, dificuldades cognitivas e risco de acidentes. A causa parece estar ligada ao fato de que o chá verde ajuda a evitar a oxidação (e morte) dos neurônios durantes os episódios de falta de oxigênio causado pela apnéia. 

    8.REDUZ O RISCO DE DERRAME
    Mulheres que bebem cinco ou mais xícaras de chá verde por dia tem até 62% menos chance de morrer de derrame. Para homens o risco cai para 42%. Mas as diferenças podem residir no fato do estudo haver sido feito com mais voluntários masculinos que fumavam do que mulheres. 

    7.PREVINE E RETARDA DOENÇA DE ALZHEIMER
    As mesmas substâncias que parecem prevenir o câncer no chá verde evitam que se forme uma proteína que cria placas no cérebro e levam à demência chamada de doença de Alzheimer. Experimentos mostraram redução de 54% no acúmulo das placas no cérebro de roedores. Este efeito ocorre, pois compostos presentes no chá verde inibem a atividade de uma enzima que destrói a acetilcolina, uma importante substância encontrada nos neurônios.

    6.PREVINE E REDUZ ARTRITE
    Substâncias químicas contidas no chá verde podem bloquear a enzima que destrói cartilagem e leva à dolorosa artrite. O chá deveria ser bebido como profilático para evitar a doença, segundo médicos.

    5.COMBATE A AIDS
    Cientistas japoneses descobriram que um componente químico do chá verde pode evitar que o HIV se conecte a células saudáveis do sistema imunológico evitando que o vírus se espalhe e que destrua as células imunológicas. 

    4.PROTEGE CONTRA DOENÇA DE PARKINSON
    O ator Michal J. Fox desenvolveu cedo o mal de Parkinson
    Doença de Parkinson é causada pela perda de neurônios produtores de dopamina, que controla os movimentos. Os antioxidantes do chá verde, ao reduzir a oxidação dos neurônios estariam contribuindo para a redução do avanço e prevenção da doença.

    3.BOM PARA O CORAÇÃO
    Doença cardíaca é a maior causa de mortes em todo o mundo. Um estudo recente descobriu que o chá verde melhora o fluxo sanguíneo e a habilidade de relaxamento das artérias. Estudos também mostraram que o chá verde ajuda a manter saudáveis os níveis de colesterol.

    2.ANTIENVELHECIMENTO
    Os flavonóides contidos no chá verde são conhecidos lutadores contra o envelhecimento. Ao evitar a oxidação celular, mantém as células vivas por mais tempo. O chá verde também combate os radicais livres a inflamação causada pela exposição à luz solar. Devido aos mesmos efeitos antioxidantes, o chá verde possivelmente retarda o processo do envelhecimento da pele em geral como o surgimento de rugas, bolsas sob os olhos, manchas na pele, etc. Estudos mostraram que cremes com chá verde levam a melhorias significativas na elasticidade da pele. 

    1.É ‘MAIS SAUDÁVEL’ QUE BEBER ÁGUA
    O chá verde não apenas hidrata você da mesma maneira que a água faz, mas também traz a você todos os benefícios para a saúde que mencionamos acima, e possivelmente alguns outros ainda não descobertos. Mas é claro que você não deve adicionar açúcar para evitar ganhar peso.

    BÔNUS: RECEITA CHÁ VERDE – COMO PREPARAR
    De que adiantam todas estas dicas se você não gosta do sabor extremamente amarra-goela do chá verde? Se o sabor do chá verde é insuportável assim, você está fazendo algo muito errado ao prepará-lo. A maneira correta de preparar chá verde é pela infusão:
    1.     Deixe a água no fogo até começar a juntar minúsculas bolhas de ar, logo antes da fervura . A temperatura ideal é de 70 a 80oC.
    2.     Nesse ponto coloque a água no recipiente onde a infusão será efetuada e mergulhe a erva.
    3.     Deixe a infusão correr por, no máximo, cinco minutos e coe a erva.
    4.     Beba o antes possível, sem pressa.
    Infusões mais demoradas levarão à liberação excessiva do tanino contido na erva, uma substância amarga. Segundo especialistas a água muito quente ou a infusão muito longa podem levar à evaporação, ou quebra, das substâncias salutares presentes na erva e o efeito benéfico da sua xícara poderia ser reduzido.
    A infusão deve resultar em uma bebida de cor verde clara com sabor suave.
    Ah! Existem muitos chás por aí (inclusive de saquinhos) que se intitulam “chá verde”, mas só tem mato. Se não nouver a erva Camelia sinensis, não é chá verde. Compre sempre erva de boa procedência.

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    Alergias podem ajudar a prevenir o câncer


    Só quem tem alergias sabem como elas são incômodas. Mas uma pesquisa sugere que essas reações podem não ser tão ruins assim: elas podem ajudar o sistema imunológico a afastar alguns tipos de câncer, como o de mama e o de pele.
    Os pesquisadores basearam essa conclusão em um estudo com cerca de 17 mil dinamarqueses que foram testados com os alérgenos de contato mais comuns, entre 1984 e 2008, em um hospital especializado em problemas de pele.
    No total, cerca de uma em cada três pessoas apresentaram reação positiva a algum alérgeno. Dentre eles, quem apresentou mais alergias foram as mulheres. De todas as pessoas que participaram do estudo, 19% desenvolveram algum tipo algum tipo de tumor, incluindo os não cancerígenos. Delas, menos de 38% apresentavam alergias de contato.
    Entre as pessoas com alergias, o câncer de mama e de pele apareceram em taxas menores em ambos os sexos e os índices de câncer no cérebro foram diminutos entre as mulheres.
    A explicação mais aceita é que pessoas com alergias de contato são menos propensas a desenvolverem câncer porque seus sistemas imunológicos são supersensíveis. Os pesquisadores, entretanto, acreditam que ainda é muito cedo para se tomar uma conclusão definitiva e que outros fatores devem ser estudados, como o tabagismo e classe social.[ScienceDaily]


    Chá verde pode combater a AIDS


    Novos estudos descobriram que o sêmen possui um fator que potencializa infecções virais e leva o HIV diretamente até a célula que ele deseja infectar. Esse poder potencializador vem do SEVI, derivado do sêmen. O SEVI é um beta-amilóide formado na próstata. Uma molécula que combate os efeitos destes beta-amilóides (que causam ainda outras doenças como Alzheimer e Parkinson) é o EGCG, presente no chá verde.
    O pesquisador Ilona Hauber, PhD do Instituto Heinrich-Pette para Virologia Experimental e Imunologia em Hamburgo, Alemanha e seus colegas descobriram que o chá verde pode bloquear o SEVI e combater a infecção do HIV. Em estudos laboratoriais mostraram que EGCG degrada as proteínas formadas pelos peptídeos da próstata e evita que o sêmen potencialize a ação do HIV. Além disso, não prejudica nenhuma célula humana.
    O EGCG é estável em ambientes ácidos. Portanto, os pesquisadores acreditam que pode ser um componente importante para o gel anti-HIV que está sendo desenvolvido. Trata-se de um gel que as mulheres podem aplicar para evitar a contaminação durante o sexo. Para os alemães, o EGCG é um ingrediente natural que pode ter um valor como inibidor desse efeito potencializador da infecção viral e a transmissão sexual do HIV. [WebMD]Por Eduardo Martins

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    Chá-verde poderá tornar-se tratamento contra câncer


    O estudo determinou que os pacientes com leucemia crônica podem tolerar o elemento químico muito bem quando administrados em altas doses em forma de cápsula e a contagem de leucócitos foi reduzida em um terço dos pacientes.
    A leucemia crônica é o subtipo mais comum da doença nos EUA. Atualmente, não tem cura. Testes com sangue possibilitaram diagnósticos no estágio inicial em muitos casos, mas o tratamento consiste em esperar enquanto a doença se desenvolve.
    Os pesquisadores esperam que o EGCG possa estabilizar a doença no primeiro estágio e talvez melhorar a efetividade do tratamento quando combinado com outras terapias.
    A pesquisa já está na segunda fase, seguindo os pacientes que receberam o tratamento. Esses estudos são os últimos passos de um projeto que começa com testes do extrato de chá verde nas células cancerígenas no laboratório Mayo.
    Depois que a pesquisa laboratorial mostrou grande efeito matando as células da leucemia, a descoberta foi aplicada em tecidos animais. [Science Daily]
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    Composto de peixe pode se tornar cura para leucemia


    Uma pesquisa recente descobriu um composto produzido a partir de óleo de peixe que parece alvejar células-tronco da leucemia, o que poderia levar a uma cura da doença.
    O composto – delta-12 protaglandina-J3, ou D12-PGJ3 – atacou e matou as células-tronco da leucemia mielóide crônica em camundongos. Ele foi produzido a partir do ácido eicosapentaenoico, um ácido graxo Omega-3 encontrado nos peixes e no óleo de peixe.
    “Pesquisa anteriores mostraram benefícios de saúde dos ácidos graxos sobre o sistema cardiovascular e o desenvolvimento do cérebro, particularmente em crianças, mas nós mostramos que alguns metabólitos do Omega-3 tem a habilidade de matar seletivamente as células da leucemia”, disse o cientista Sandeep Prabhu. “Os ratos se curaram completamente da leucemia, sem recaídas”.
    Os pesquisadores disseram que o composto mata as células-tronco cancerígenas no baço e medula óssea dos ratos.
    Especificamente, ele ativa um gene chamado p53 nas células-tronco da leucemia, que programam a morte da própria célula.
    “P53 é um gene supressor de tumor que regula a resposta ao dano no DNA e mantém a estabilidade genômica”, disse Prabhu.
    Matar as células-tronco da leucemia, o câncer das células brancas do sangue, é importante porque as células-tronco podem se dividir e produzir mais células cancerígenas.
    A terapia atual para a doença apenas prolonga a vida do paciente, mantendo o número de células de leucemia baixo, mas as
    drogas não conseguem curar completamente a doença, porque não têm como alvo as células-tronco da leucemia. Essas células-tronco podem se esconder do tratamento, e uma pequena população de células-tronco dá origem a mais células de leucemia.
    Durante os experimentos, os pesquisadores injetaram em cada camundongo cerca de 600 nanogramas de D12-PGJ3 por dia durante uma semana.
    Os testes mostraram que os camundongos ficaram completamente curados da doença. O hemograma saiu normal, e o baço voltou ao tamanho normal. A doença não voltou.
    Atualmente, os pesquisadores estão trabalhando para determinar se o composto pode ser usado para tratar a fase terminal da doença, conhecida como crise blástica. Hoje, não há medicamentos disponíveis que podem tratar a doença quando ela avança para esta fase. Eles também estão com um pedido de patente para testar o composto em humanos.[ScienceDaily]
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    Gordura boa melhora a memória e diminui o risco de Alzheimer


    Adora frituras e carne vermelha? Um novo estudo feito na Universidade de Harvard (EUA) mostra que é melhor não abusar desse tipo de comida gordurosa: além de fazer mal ao coração, esses alimentos podem prejudicar a função cognitiva.
    A gordura saturada – também chamada de gordura ruim – é conhecida como a verdadeira “vilã” do coração. De acordo com o estudo americano, essas mesmas gorduras que aumentam o risco de doenças cardíacas podem causar danos ao cérebro e a memória, aumentando o risco de desenvolver doenças como o Alzheimer. Além disso, estão ligadas a problemas como a obesidade e diabetes.
    Mas o estudo trouxe uma boa notícia também: as gorduras insaturadas – popularmente conhecidas como gorduras boas – não só trazem benefícios ao coração, mas também ao cérebro. As gorduras boas podem ajudar a melhorar a memória e prevenir o declínio cognitivo em idosos. Até mesmo falhas sutis no funcionamento do cérebro podem levar ao desenvolvimento de doenças graves, como o mal de Alzheimer e a demência.
    As conclusões foram feitas a partir dos resultados de um estudo com 6 mil mulheres com mais de 65 anos, que participaram de testes de análise da função cognitiva e que responderam questionários detalhados sobre alimentação e estilo de vida. As mulheres que comiam menos comidas com gorduras saturadas apresentaram pior memória e funcionamento cognitivo em comparação com as que tinham hábitos alimentares mais saudáveis. As mulheres que comeram mais gorduras boas – como a encontrada no azeite de oliva – mostraram melhores padrões de desempenho cerebral ao longo do tempo.
    Substituir as gorduras ruins pelas boas no cardápio é uma boa pedida, e pode ser fundamental para evitar doenças como o Alzheimer no futuro. Quer saber por onde começar? Confira essa lista com 10 alimentos bons para a nossa saúde mental. [LiveScience/Veja/Ciência e Tecnologia/Foto]
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    Comer peixe regularmente pode prevenir Alzheimer


    Idosos que comem peixe pelo menos uma vez por semana são entre três e cinco vezes menos propensos a desenvolverem Alzheimer, de acordo com um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Mas é essencial que o peixe seja grelhado ou assado para que os ácidos graxos ômega-3 sejam preservados.
    O ômega-3 ajuda a proteger o cérebro, aumentando o fluxo sanguíneo da região, reduzindo inflamações e limitando o acúmulo de placas prejudiciais que favorecem o desenvolvimento de mal de Alzheimer.
    Quando o peixe é frito, ele fica com quantidades muito baixas de ômega-3, e consequentemente não oferece proteção alguma contra demência e perda de memória relacionada com a idade, conhecida como deterioração cognitiva.
    No estudo, pesquisadores questionaram 260 voluntários saudáveis com idade média de 76 anos sobre a frequência com que eles comiam peixe. Dez anos depois, aqueles que não comiam peixes regularmente tinham mostrado muitos mais problemas nas áreas cerebrais ligadas a memória.
    Cinco anos após essa primeira análise, pesquisadores descobriram que 31% dos idosos que não ingeriam peixes com frequência tinham desenvolvido Alzheimer ou deterioração cognitiva. Os índices dessas doenças entre os idosos que comiam peixe pelo menos uma vez na semana foram entre 3% e 8%.
    Ciro Raji, que liderou o estudo, disse que futuras pesquisas podem ajudar a descobrir se suplementos de ômega-3 produzem efeitos semelhantes, e se alguns tipos de peixe oferecem mais proteção do que outros.
    No entanto, a pesquisa não levou em consideração fatores como o estilo de vida dos voluntários. A melhor maneira de prevenir o Alzheimer, além de uma dieta saudável, incluindo frutas e legumes, é também fazer exercício físico regularmente e se livrar do tabagismo. [Telegraph]
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    Simples exame de vista pode detectar Alzheimer em estágios iniciais


    Condição progressiva e de consequências severas, o mal de Alzheimer normalmente demanda uma série de testes para ser detectado precocemente e, assim, permitir que o tratamento seja iniciado sem demora. Embora ainda não haja cura para a doença, é possível desacelerar sua progressão e aumentar a qualidade de vida do paciente.
    “Contudo, pacientes com demência muitas vezes acham difícil completar esses testes, devido a uma falta de clareza em seu entendimento e a lapsos em sua atenção ou motivação”, aponta o pesquisador Trevor Crawford, do Centro de Pesquisa sobre Envelhecimento da Universidade de Lancaster (Inglaterra).
    Recentemente, porém, Crawford e seus colegas realizaram um estudo e perceberam que um teste de visão simples pode ajudar a diagnosticar sinais da doença. Para chegar a essa conclusão, eles reuniram quatro grupos de participantes: 18 pacientes com mal de Alzheimer, 25 pacientes com mal de Parkinson, 17 jovens saudáveis e 18 adultos saudáveis.
    O teste consistia em acompanhar com os olhos os movimentos de um ponto de luz em um monitor. Em determinado momento, era pedido que eles parassem de olhar a luz, ação que os pacientes com mal de Alzheimer tiveram dificuldade de realizar – eles cometeram em média 10 vezes mais erros nessa atividade do que os demais participantes.
    “Esses erros estavam fortemente ligados à memória espacial de trabalho”, explica Crawford. Os pesquisadores também avaliaram o desempenho da memória desses pacientes, e os resultados, somados, mostram que o teste de visão pode ser promissor na identificação da doença mesmo em estágio inicial. Apesar das conclusões animadoras, vale ressaltar que ainda são necessárias mais investigações.[Daily Mail UK]
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    Café restaura perda de memória em ratos com sintomas de Alzheimer


    Quem gosta de café tem mais um motivo para a próxima xícara: pesquisadores da Universidade de South Florida (USF), nos Estados Unidos, analisaram que ratos com sintomas semelhantes aos da doença de Alzheimer que ingeriram quantias de cafeína equivalentes a cinco xícaras de café por dia tiveram uma reversão no quadro de perda de memória e uma diminuição na produção da proteína beta-amilóide, ligada à doença.
    Gary Arendash, neurocientista da Universidade, afirma que os resultados mostram uma nova ajuda para a doença: “A descoberta evidencia que a cafeína poderia ser um ‘tratamento’ viável para a doença de Alzheimer, e não apenas uma estratégia de prevenção”. “Isso é importante porque a cafeína é uma droga segura para a maior parte das pessoas, entra facilmente no cérebro, e parece afetar diretamente o processo da doença”, completa Arendash.
    O estudo foi feito com 55 ratos geneticamente modificados para desenvolver problemas de memória semelhantes aos apresentados por pacientes com a doença de Alzheimer. Quando os ratos passaram a apresentar problemas de memória, aos 18 ou 19 meses – equivalente a 70 anos dos humanos – os pesquisadores passaram a dar cafeína na água de metade dos ratos. Ao fim de dois meses, os ratos que receberam a cafeína tiveram melhores resultados em testes de memória e habilidades motoras, enquanto os ratos que receberam água normal continuaram a ir mal nos testes.
    “Estes são os experimentos mais promissores feitos com ratos sobre a doença de Alzheimer, e mostram que a cafeína reduz rapidamente a proteína beta-amilóide no sangue”, afirma Huntington Potter, do Centro e Pesquisa em Alzheimer da USF. A pesquisa apontou que a proteína teve uma redução de quase 50% nos ratos tratados com cafeína.
    Os pesquisadores ainda não sabem se uma quantidade menor que 500 miligramas diárias seria suficiente, mas Arendash afirma que para a maioria das pessoas, este consumo moderado não traz efeitos adversos à saúde da maioria das pessoas.
    Um estudo anterior mostrava que a cafeína diminui os níveis de uma proteína ligada ao desenvolvimento da doença de Alzheimer no cérebro e no sangue de ratos que tinham sintomas da doença. As duas pesquisas se somam a uma primeira pesquisa, que mostrava que a substância ingerida no início da idade adulta prevenia a formação de problemas de memória. [Science Daily]
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    Terapia genética pode melhorar a memória de pacientes de Alzheimer


    Cientistas americanos testaram com sucesso uma terapia genética que visa atenuar problemas de memória ligados ao mal de Alzheimer em ratos. O estudo sugere uma forma de manter as células nervosas do cérebro se comunicando.
    A terapia aumentou os níveis de uma substância química que ajuda as células do cérebro a sinalizarem umas para as outras. Tal sinalização é dificultada na doença.
    A pesquisa sugere que a substância química desempenha um papel importante na memória, mas se esgota em pacientes de Alzheimer. O aumento desse produto químico do cérebro, um neurotransmissor chamado EphB2, poderia ajudar a reduzir ou mesmo prevenir alguns dos piores efeitos da doença.
    Uma das características mais evidentes dos cérebros de pacientes de Alzheimer é o acúmulo de “placas” de uma proteína tóxica chamada amilóide. Com o tempo, isso leva à morte das células cerebrais.
    No entanto, outra característica da amilóide é a sua aparente capacidade de se ligar diretamente a EphB2, reduzindo a quantidade disponível do neurotransmissor para as células no cérebro, o que pode em parte explicar os sintomas de memória envolvidos na doença.
    Para testar essa ideia, os pesquisadores usaram experiências de terapia genética para reduzir ou aumentar artificialmente a quantidade de EphB2 disponível nos cérebros de ratos.
    Quando os níveis do produto químico foram reduzidos em ratos saudáveis, eles desenvolveram sintomas de memória semelhantes aos observados em ratos criados para ter uma condição semelhante à de Alzheimer.
    Inversamente, quando ratos com a condição semelhante a Alzheimer receberam a terapia de gene que aumentou seus níveis de EphB2, os sintomas de memória desapareceram. Assim, os pesquisadores chegaram a conclusão que o bloqueio de proteínas amilóides de ligação a EphB2, e o aumento dos níveis ou funções da EphB2 com medicamentos pode ser benéfico a pacientes de Alzheimer.
    No entanto, há cientistas que não acreditam totalmente na terapia como tratamento. Segundo eles, o estudo não oferece uma resposta rápida aos pacientes de Alzheimer. Os cérebros são extremamente complexos e entender como eles funcionam e tornam-se danificados por doenças como o mal Alzheimer é uma tarefa gigantesca.
    De fato, a pesquisa acrescenta uma peça ao quebra-cabeça da doença, e fornece novas pistas, ao sugerir uma forma de manter as células nervosas do cérebro se comunicando, o que é vital para o pensamento e a memória. Porém, ninguém sabe ainda se estes resultados conduzirão a um novo tratamento para a doença, o que pode estar longe. [BBC]
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    Terapia online eliminou ideias suicidas de 50% dos pacientes


    Segundo um novo estudo da Universidade de New South Wales (Austrália), terapia cognitiva comportamental via internet tem o poder de reduzir dramaticamente tanto a depressão quanto os pensamentos suicidas em pacientes.
    A pesquisa envolveu 300 pacientes inscritos pelos seus médicos em um programa de seis lições de terapia cognitiva comportamental para a depressão via internet no site www.thiswayup.org.au.
    Segundo os pesquisadores, a redução de pensamentos suicidas ao fim do programa foi evidente, independentemente do sexo e idade.
    “Antes do curso, metade das pessoas que preenchiam os critérios para depressão pensavam que estariam melhores mortas. Quando elas concluíram o curso 10 semanas depois, metade das 300 pessoas deixou de preencher os critérios para a depressão, e metade das pessoas que antes preferiam estar mortas já não pensavam mais dessa forma”, disse o principal autor do estudo, o professor Gavin Andrews da Escola de Psiquiatria da universidade.

    Essa não é a primeira vez que o grupo faz estudos do tipo. Eles já haviam mostrado que pacientes depressivos que participavam de terapias online tinham taxas de recuperação tão eficazes quanto os que participavam de terapias presenciais.
    Mas este é o primeiro estudo a demonstrar essa associação quanto ao cuidado primário, ou seja, o primeiro tratamento. “No momento, é de rotina excluir pacientes com pensamentos suicidas frequentes de participar de terapias cognitivas comportamentais online. Dado que os pensamentos suicidas são parte integrante da depressão, esta pesquisa mostra que há uma base racional para a inclusão de pessoas com ideias suicidas nesse tipo de programa via internet”, conclui Andrews.
    E a internet serve não só para curar, como também para “diagnosticar” depressão. Um estudo da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, EUA, sugeriu que a forma como as pessoas usam a internet pode indicar se elas estão em maior risco de depressão ou não. Os pesquisadores observaram que o uso da internet de pessoas depressivas segue um padrão distinto dos seus colegas não depressivos. Um software poderia ser desenvolvido para monitorar a atividade online de estudantes e parentes para sinais de depressão.[MedicalXpress]
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    Há mais de 350 milhões de depressivos pelo mundo


    De acordo com um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. No decorrer de um ano, 5% da população mundial sofre com a doença.
    O chamado “fenômeno global” ocorre com ambos os sexos, em populações pobres e ricas. Nenhuma região está livre da condição.
    Segundo o Dr. Shekhar Saxena, diretor do departamento de saúde mental e abuso de substância da OMS, 50% mais mulheres sofrem com os sintomas do que homens. A depressão pós-parto afeta uma em cada cinco mães e uma em cada 10 jovens mães do mundo desenvolvido.
    Depressão x suicídio
    A ONU alerta que a depressão é muito mais do que apenas “um sentimento triste”. Segundo a organização, um “sentimento de tristeza sustentado por duas semanas ou mais”, que interfere com o “trabalho, escola ou em casa” pode levar ao suicídio.
    Depressão e suicídio têm o que os especialistas consideram uma “correlação muito clara”. Claro que nem todo suicida é depressivo. Porém, quase um milhão de pessoas tiram suas vidas a cada ano, e mais da metade delas têm depressão.
    “A depressão existe há séculos. A má notícia é que nós não estamos fazendo nada sobre isso”, disse Saxena.
    O especialista acredita que a vergonha associada a ter a doença significa que menos de metade das pessoas com depressão recebe os cuidados de que precisa: o número [de pessoas tratadas] caiu para menos de 10% em alguns países.
    De acordo com Saxena, os profissionais de saúde precisam se esforçar mais para identificar os sinais de depressão em pessoas que se queixam de outros sintomas, particularmente crianças a partir dos 12 e jovens adultos, que ninguém espera que tenha a doença.
    Ele também sugere que uma das melhores formas de tratar a depressão é falar abertamente sobre ela. Remédio não é o único tratamento para a condição. “Não deve ser tomado como certo que depressão significa tomar pílulas”, disse Saxena.
    Terapia online
    Pesquisadores da Universidade de New South, em Sydney, na Austrália, provaram que pacientes depressivos que participam de um programa online (terapia via internet) têm taxas de recuperação tão eficazes quanto os que participam de terapias presenciais.

    A terapia online é baseada em terapias convencionais e acompanhada por profissionais da saúde. Ela pode ser muito interessante por dois motivos: primeiro porque a internet ajuda os pacientes a superarem algumas das barreiras que os impedem de procurar tratamento, como o estigma associado a procurar um psicólogo ou psiquiatra; depois, porque estudos mostram que esse tipo de terapia é mais barata, prática, conveniente, e tem o potencial de democratizar o tratamento contra a depressão em países menos ricos.
    Aliás, um novo estudo da mesma equipe de cientistas mostrou que a terapia cognitiva comportamental via internet tem o poder de reduzir dramaticamente não só a depressão, mas também os pensamentos suicidas em pacientes.
    Antes do curso online, metade das pessoas que preenchiam os critérios para depressão [pessoas consideradas depressivas] pensava que estaria melhor morta. Quando elas concluíram o curso, metade de todos os pacientes deixou de preencher os critérios para a depressão, e metade das pessoas que antes preferiam estar mortas já não pensavam mais dessa forma.
    Apesar disso, muitos países (como o Brasil) ainda não disponibilizam terapias médicas via internet, o que é uma pena, pois muitos passam a vida sem tratamento eficaz para a condição. Estima-se que pelo menos dez milhões de brasileiros ou 18% da população sofram de depressão, mas o número pode ser bem maior, já que muitos nem sabem que têm a doença (e consequentemente não a tratam).[FotoG1CMMedicalXpress]
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    Calvície feminina: Qual é a causa? Há solução?


    A calvície é um problema que atinge principalmente os homens. Mas há muito mais mulheres que sofrem com a perda de cabelo do que imaginamos, mais de vinte milhões de mulheres, só nos EUA, que apresentam algum padrão de calvície. No entanto, as causas da calvície feminina não são as mesmas dos homens e o Dr. Bruce Hensel acredita que as mulheres tenham uma nova esperança.

    Jacquelene Toma enfrenta esse problema há anos e já foi eliminada a possibilidade da sua calvice ter causa hormonal. Seu médico, Dr. Neil Sadick afirma que a causa pode ser uma inflamação no couro cabeludo. Porém, não é a inflamação que causa a queda de cabelo, mas sim, os anticorpos produzidos por ela, que destroem os folículos capilares.
    Sadick descobriu isso enquanto procurava por Lupus, que também pode causar queda de cabelo. Apesar destes aticorpos não serem um bom sinal, a descoberta foi benéfica, pois isso significa que, em estágio inicial, ainda podem ser combatidos.
    Dr. Sadick utilizou anti-inflamatórios no tratamento. Loções de esteróides juntamente com produtos capilares especializados, conseguiram manter os fios remanescentes. Desta forma, Sadick acredita ser possível reverter a causa da calvície feminina. [NBCLA]
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    Calvície: Tratamento contra calvice revolucionário é criado

    O mercado de tratamento contra calvice é de U$ 10 bilhões ao ano e existem até mesmo robôs sendo utilizados no transplante capilar. Mas, no entanto, ainda não existe uma solução verdadeiramente eficaz.
    Mas George Cotsarelis, da Universidade da Pennsylvania, e colegas dizem que podem estimular a formação de novos folículos capilares revertendo o processo da calvície.


    CALVICE TRATAMENTO
    Primeiramente é usada uma roda abrasiva que é esfregada no couro cabeludo, estimulando a formação de uma nova camada de células jovens na superfície, em substituição. O nome do processo é neogênese folicular e consistem em gerar novos folículos capilares depois do nascimento.
    Ao tratar estas novas células com certas drogas que inibem receptores epidérmicos de crescimento de cabelos na superfície, faz com que algumas das células nascentes formem os novos folículos capilares, combatendo a calvice.
    A equipe diz que já testou a idéia com sucesso em ratos e em pele humana transplantada em ratos. Eles criaram uma empresa para comercializar o produto no futuro, que consistirá em um kit de produtos com instruções de como aplicá-los na pele para que o cabelo volte a crescer.

    Formação de novos cabelos no tecido cocatrizado: (a) depois que a epiderme é perturbada na pele de ratos adultos, ocorre a reepitelização. (b) novos folículos capilares se originam da epiderme na área.
    O processo de formação da ‘nova pele’ leva duas semanas desde o começo da administração da composição. Além do inibidor de receptores o kit contém um produto que consiste em anticorpos que estimulam o crescimento de cabelo, anti-histamínico biológico, um antibiótico e um antimicrobiano. O kit também contém o medicamento minoxidil e similares que são “abridores de canais” que favorecem o crescimento de cabelos.
    O produto pode ser utilizado para regeneração capilar ou para fazer nascerem pêlos em outros locais do rosto como na bochecha, queixo, parte inferior do couro cabeludo e sobrancelhas.
    O produto poderá ser aplicado uma ou duas vezes por dia durante dois até 10 dias consecutivos para favorecer o nascimento de novos folículos capilares e subseqüente crescimento de novos cabelos. Como se isso não bastasse o kit inclui método para o surgimento de cabelos pigmentados ao suprimir uma proteína Wnt no folículo capilar, resolvendo o provlema da calvície.
    Apesar da empresa já ter entrado com a patente do produto contra calvíce este tratamento da calvice ainda está em fase de desenvolvimento e levará alguns meses para chegar a mercado. Para receber atualizações sobre este produtos e nossos demais artigos assine nosso newsletter no campo abaixo. [NewScientist, WIPO]

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    Cientistas descobrem possível cura para a calvície


    Cientistas descobriram uma possível cura para a calvície. Eles encontraram uma proteína responsável pela queda de cabelo, e futuros tratamentos para a inibir a queda poderiam acabar com a tão odiada calvície.
    No entanto, ainda não seria possível reverter os locais já afetados.
    Testes foram feitos com o couro cabeludo de mais de 20 homens com queda. Os resultado foi que as áreas calvas revelaram altos níveis da proteína PGD2, três vezes maiores do que as áreas “cabeludas”.
    Já existem 10 medicamentos que bloqueiam os receptores de PGD2, e a partir disso os cientistas poderiam desenvolver um creme ou óleo.
    “Nossas descobertas devem levar diretamente a novos tratamentos para a causa mais comum de calvície nos homens”, comentou a equipe de pesquisadores.
    Futuros estudos são esperados para investigar se os inibidores da proteína também poderiam ajudar nos casos de calvície feminina. [TelegraphFoto]

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